Oi galera… Aguentem firme, hoje é longo.

Bom… Desde a última atualização, muita coisa mudou. Não sei se para bem ou mal, mas certamente MUDOU.
Agora meus dias são assim: ansiedade ou felicidade.
Estou definitivamente tendo um ano bom. Aparentemente, só me falta um emprego para ficar 100%.
Na verdade, não. Há muita indefinição na minha vida, ainda que eu tenha avançado bastante desde a última vez que escrevi.
Descobri que só escrevo nesse blog quando estou com sentimentos fortes. Não importa se eles sejam bons ou ruins… É por isso que em 2005 ficou parado esse blog; pois eu tava vazia de sentimentos. Agora estou no outro extremo: transbordando emoções.

Já faz quase 1 mês e meio que essa história toda começou. E que eu estou em envolvendo cada vez mais.

Antes de mais nada, vou contar um pouco sobre a situação da PUC, que tem me aflingido nos últimos dias. A PUC tá numa crise braba, talvez a pior da sua história de décadas. Está sob intervenção – a PUC é uma fundação, isto é, uma faculdade pública que tem dono; a PUC não visa o lucro. Não sei explicar direito… A IGREJA é dona da PUC. o D. Claudio Hummes, arcebispo de SP é o manda-chuva da PUC. Mas ao mesmo tempo, a PUC é livre da Igreja e tem autonomia. Mas, com essa crise toda, a Igreja resolveu intervir. Demitiu uns 1000 funcionários e professores, causou geral lá. A Igreja é que tá mandando na PUC, até pelo menos essa crise diminuir as proporções.
Acontece que os alunos não aceitam a intervenção da Igreja. Tememos perder a liberdade e o ambiente altamente democrático que só a PUC oferece. E, obviamente, tememos que a PUC se transforme numa UNI-BAIRRO (nesse caso, uni-igreja), perdendo a excelência de ensino e a qualidade dos professores. Tememos que a PUC passe a ser mais uma faculdade como as outras, em que a relação aluno-professor passe a ser clientela, um produto, uma mercadoria. O ensino não é, ou não deveria ser, uma mercadoria.
Pois bem. Na última semana a PUC tem estado um CAOS. Os alunos não aceitam a intervenção da Igreja, a alienção da reitora – que, embora esteja ded mãos atadas, não faz o que está a seu alcance -, empréstimo de bancos.
Aí tava tendo todo dia debates, atos, assembléias. Eu fui na maioria.
É lindo ver debates de idéias. É lindo ver milhares de estudantes reunidos, entupindo literalmente o TUCA, fazendo aquele teatro, peça-chave da luta contra a ditadura, reviver seus momentos políticos.
Quinta-feira foi um caos. Estudantes de todas as faculdades estavam reunidos no TUCA, 3 pessoas ocupando um espaço em que cabia 1. Direito, FEA, Comfil (comunicação e filofofia), Ciências Sociais… Tudo.
Um debate de idéias magnífico. A FEA e o pessoal de Direito lutando agressivamente contra as bandeiras defendidas pela Comfil e Ciências Sociais. Uma luta de poder, direita e esquerda se enfrentando.
O problema é que não soubemos dialogar. Foi uma guerra. Não conseguimos ponderar, nenhum lado quis ceder. Acabou que o pessoal da Fea e Direito se retirou do recinto (metade da galera saiu) sob vaias e gritos como “vai pro shopping!” e “vai tomar cerveja”, indicando que o pessoal Comfil/C. Socias julga o pessoal FEA/Direito pouquíssimo politizado… Fútil mesmo.
Embora eu seja da Comunicação, eu concordo com vários pontos dos colocados pela FEA. SOu cotnra a greve, não acho que isso adiantará alguma coisa. Só vai nos fazer perder ainda mais aulas. Também sou contra a estatização da PUC. Não que eu seja contra, mas é que é uma utopia!
Foi um caos, meu deus. Foi apaixonante, irritante, tudo ao mesmo tempo.

Pois é… A semana na PUC foi assim. Todas as conversas de bar incluem o tópico “Crise da PUC”. A imprensa não pára de divulgar notícias exageradas e/ou falsas sobre a crise. Tá todo mundo achando que a PUC vai falir. Mas, como eu já disse a cima, a PUC é uma fundação. Fundações não vão à falência. O pior q pode acontecer é a Igreja resolver comandar geral a PUC e transformá-la numa universidade dedicada exclusivamente a ensinar idéias cristãs… Tirando totalmente a nossa liberdade de expressão…

Agora chega de falar de PUC. Vou para o outro assunto CAOS da minha vida.

Então. Eu estava angustiada por não ter respostas dele. Por não saber o q ele queria. Um certo dia, já há algum tempo, resolvi conversar com ele. Ah, deixando bem claro que de todas as conversas que tive com ele foram via MSN. Pois então. Num determinado momento, perguntei “E a gente?”. Tive respostas as minhas dúvidas, porém, outras dúvidas bem maiores surgiram. Não saber o que esperar e depender de alguém que nunca vi na vida são umas delas.
Ele foi super sincero comigo. Contou que estava confuso, que tinha outra menina na história, que estava enrolando ele, embora desse esperanças.
Era a última coisa que eu esperava ouvir. Foi um baque tremendo. Ainda mais em saber que ele até gosta d mim, mas gosta mais da outra. Estou declaradamente na mão dele. Ele prometeu falar com a outra e me dar uma posição. Isso, note, há mais de 15 dias.
O que eu não sabia é que ainda havia volta. Pelo menos até aquele momento, eu estava agindo nha defensiva. Não tinha me entregado. Estava curtindo bastante. O problema foi como as coisas evoluiram.

Sábado passado, ia rolar o churrasco da Juliana. Mas não rolou. Fiz um povo vir aqui pra casa, já que meus pais tinham ido viajar. Ele, inclusive. O que aconteceu naquele dia mudou o rumo de tudo. Ele demorou para agir. Quando, enfim, conversamos, ele perguntou se eu queria mesmo sabendo da confusão toda. Eu disse que sim. Foi a primeira vez que ficamos sóbrios.
Acontece que passamos a noite juntos. Intimidade, pegação, cochichos. Dormir junto, abraçadinho. Conversas, corpos colados, carinho.

Isso mudou tudo. Eu percebi a tamanho da situação quando me via online horas e horas no msn e, quando, de repente, pulava uma janelinha dele dizendo OI, eu abria AQUELE sorriso. Aí me toquei que já era irreversível. Se, por um lado, a noitada foi ótima, por outro, não sei se deveria ter acontecido. Eu me envolvi demais, me entreguei.

Na semana que acaba agora, foi um caos. 1 semana inteira sem qualquer notícia dele, sem internet, vivendo de PUC.
Quando voltei pro M.Sul na sexta, falei horas ininterruptas com ele. Acabei dizendo mais do que devia, acrescentando mais peso e drama pra situação. Eu disse que tava afinzona e que agora já era tarde: qualquer coisa que acontecesse, só teria 2 finais para mim: feliz ou triste.

E uma iminente festa na FRENTE da casa dele combinada para o sábado. E, pior, uma indecisão dele sobre ir ou não na festa; ele pretendia arrancar uma resposta da outra antes de me ver de novo.
O que aconteceu foi que ele não conseguiu falar com ela. E minha angústia se arrasta mais um pouco. Combinamos ir na casa dele faazer um aquecimento.
Devido a minha experiência, eu já sabia que a noite seria totalmente diferente de qualquer coisa que eu houvesse planejado.

Fomos para a casa dele. Já cheguei marcando território, cumprimentando-o com um selinho. Ele estava sozinho em casa. Quando ficamos sozinhos, ele perguntou como eu tava me sentindo, o q eu estava pensando disso tudo. Fiquei sem resposta para a pergunta. Fui calada com beijo. Beijos cada vez mais intensos, os nossos. Mais íntimos, com mais sentimento. Preocupante pra minha atual situação.

Acabamos não indo para a festa. Em casais, rumamos para a casa do Adão, que estava vazia. Ele burlou as leis da casa dele de novo para ficar comigo. Semana passada, depois de ficar na minha casa, comigo, até as 9h da manhã, quando ele deveria ter ido embora lá pela meia-noite, ele já tinha levado uma comida da mãe. Ontem ele novamente enfrentou as regras da casa dele pra passar a noite comigo.
No trajeto até a casa do Adão, eu fiquei puta pela falta de atenção. Os outros 2 casais andando de mãos dadas/abraçados e ele nem se tocava…

Mais uma noite intensa. Beijos longuíssimos, calores corporais, desejo, eu fazendo coisas que JAMAIS imaginei. Mais intimidade ainda. Um “eu te adoro” falado com intensidade por ele para mim. Depois, sono dos anjos, abraçados. Embora eu tenha passado a noite inteira acordada pensando e fazendo carinhos de leve nele. Assim não dá.

Eu estou bem apaixonadinha. Tô ficando bastante preocupada com o andamento disso tudo. Enquanto obviamente a nossa relação parece ficar mais sólida, ainda há a outra. A cada vez que a gente fica eu me sinto um pouco mais segura, mas mesmo assim não quero pensar no que pode acontecer.
Porém, tenho provas cada vez mais concretas de que o sentimento dele por mim está crescendo: pela 2ª vez, ele se arriscou com a família para passar a noite comigo. A intimadade, a confiança. E aquele “eu te adoro”.

Ai meu deus do ceú. O que será que o destino me reserva?
Eu mereço ser feliz, é a minha vez de ser feliz!!!

Bom, é isso…

Agora uma música, que, claro, tem tudo a ver. Quando eu disse que tava afinzona, na sexta, ele disse que já tinha uma música que lembrava a gente. Ele disse para eu adivinhar. Na lata. Eu sabia que era essa. Na primeira noite que passamos juntos, ouvimos a programção da 89Fm durante horas. Quando tocou essa música, estavamos abraçados, meio dormindo, meio se acariciando. Aí começamos a cantar essa letra, aos sussuros :-)… Ai Ai. A música é mó bostinha, mas agora ganhou uma valor simbólico imenso para mim…

É isso aí. Obrigada por terem lido isso tudo… Beijo. Amo vcs.

With Arms Wide Open
Creed

Well I just heard the news today
It seems my life is going to change
I closed my eyes, begin to pray
Then tears of joy stream down my face

With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
I”ll show you everything
With arms wide open
Well I don”t know if I”m ready
To be the man I have to be
I”ll take a breath, I”ll take her by my side
We stand in awe, we”ve created life

With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
I”ll show you everything
With arms wide open
Now everything has changed
I”ll show you love
I”ll show you everything

If I had just one wish
Only one demand
I hope he”s not like me
I hope he understands
That he can take this life
And hold it by the hand
And he can greet the world
With arms wide open…
DE BRAÇOS BEM ABERTOS…

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3 comentários sobre “

  1. ma disse:

    meo q zona na puc hen… e c tah sem aulas ainda ou jah tah tendo?
    a unitau tbm é pública paga, eh autarquia municipal… mas aki nao tem greve graças ao senhor do bom fim XP… o dinheiro suado do meu pai nao vai pelo ralo… mas meo, eçe negócio de empréstimo é mto complicado, principaumente pra uma fundação enorme q nem a puc… além do que, deve ter algo a mais por traz… é mto absurdo q a administração não tiveçe visto isso acontecer antes… só tem crânio aê, eles já deviam tar sabendo q alguma hora ia estourar… eh briga d caxorro grand…

    e o resto… e-mail!

    c sabe q naum curto publico XP

    bju amore!
    thu

  2. JEAN disse:

    ana… %!@$&@#..
    meu… foi o post mais %!@$&@#do seu flog…
    vc falou com sentimento… sobre sentimentos…
    q lindo… tb num curto pblico

  3. Claudio Arruda disse:

    Nao queria q ficasse essa situaçao 😦
    Ana eu soh posso lhe pedir desculpas por te colocar no meu “mundinho”.
    Bjao e te cuida

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