Updating, bro

Anos sem postar… mentira, 2 meses.
Ok, não aconteceu muita coisa nesse tempo. Bom, até aconteceu, vai.

Praticamente parei de escrever na minha agenda. É, eu sei, é triste. Mas sei lá, perdi o tesão. Entããão vai ser que ser tudo da cabeça, mermo!

Bom… Na sexta-feira dia 7 a Má veio pra São Paulo pra ir na tão famosa balada dos trutas do Bruno. Eu a busquei na Barra Funda e a fiz esperar horas, enquanto expunha mais um tema sem nexo pra minha orientadora de TCC: eu cogitei falar sobre anti-sociais… Eu queria provar que eles também podem ser felizes…

Ok. Eu e Má fomos pra casa e ficamos conversando. Foda ficar anos sem se ver. Aí o Bruno colou e mal pudemos fofocar, porquê o assunto principal estava presente😛 Fomos, então, prum bar perto de casa. Só que 45 min depois fomos expulsos, pq o bar tava fechando. Fomos pra casa e passei horas contando para as enésimas pessoas sobre como eu estou loucamente doente por certa pessoa.
Umas 5 da manhã capotamos. O Bruno acordou cedo e foi trampar. Eu e Má fomos pra minha casa de Pinheiros. Dormimos um pouco, malhei, banho e a Júl colou aqui. Meu pai nos levou na balada. A Jú loira e o Bruno tavam lá. Vários gatos. Balada open bar. Narguile. Música suuuuuuux. Resumo da ópera: fiquei sentada bebendo e fofocando com a Júl. Já bem bêbadas, o Bruno nos botou pra dentro da área vip. Tomei tequila… Mas brooother. O Banheiro era tenebroso. Acabou a água! Imagina a situação…
Ok, de volta à área vip, me vi no meio de uma situação bem exdrúxula: eram dois caras puxando cada um dos meus braços. Olhei pra cada um e beijei com o melhor deles, que era até bonitinho. Eu lembro do nome: Rafael (pq será, né). Aconteeece que, JESUUUIIISS, como foi péssimo! Ele mordia pra caralho minha língua, doía, meeu! Horrível. Larguei ele e fui fumar narguile, que tava rolando. Na hora deir embora, todo mundo queria ir pra Perdizes. Me neguei, tô velha e não gosto de caos na minah casa. Fiz todo mundo ir andando comigo até a minha casa de Pinheiros. Eles todos pegaram bus pras suas destinações. Eu capotei gostoso.

Na outra semana… Já adianto que foi só eu pensar rapidamente a respeito do meu tcc pra desistir do tema dos anti-sociais. Tipos, quem eu penso que sou pra entrar assim de cabeça na área psicológica sem ter a mais puta noção de psicologia? Né. Miou.

Sexta, 14 de março. Conversando com a Stella minutos antes da orientação, ela me deu a luz. Gente, era tão óbvio. Eu sou uma imbecil por não ter pensado nisso. Eu sou petista roxa. Ok. Eu admiro a Marta Suplicy. Ok. Bora cobrir a campanha dela pra Prefeitura de São Paulo, Ana!!! Agradecimentos mil à Stella, por ter me dado a luz. A Rachel – orientadora – topou.
Fui pra casa feliz. Mais feliz ainda pq tinha combinado um jantar com a minha prima e amigas dela. Tava todo mundo lá quando cheguei. A Thais me ligou, mandei ela colar.

Comemos um yakisoba muito gostoso. O foda foi que só tinha mulher, além do Vico. Thais colou com Gui, Victor e Nanis, que perdeu a virgindade (21 anos) e eu fiz questão de anunciar aos 4 ventos e pedir palmas. Sim, eu não presto.

Para meu espanto, as tchurmas se deram bem. As amigas da Lu não paravam de rir das merdas que os meus falavam. Foi agradável… Aí minha prima & cia. foram embora. Nós ficamos jogando videogame. Mas eu tava exausta. Exigi meus direitos e os expulsei.

Sábado… Eu tinha combinado por email, na semana, de sair com o cara do trampo da Júl. A gente ia num bar da Vila (lógico). Graças a deus a Júl foi comigo, pq o cara NÃO FAAAAAAAAALA. E, porra, desculpe, o cara pode não prestar, sem um cuzão, só querer me comer (hello, tô acostumada), mas meu, sem diálogo é completamente impossível. Ok, eu e o Gu nem conversávamos, mas ele me pegou a primeira vez pela lábia, com os papos transcendentais. E a gente tinha milhões de coisas em comum. Mas o Dirceu não, cara. Era monossilábico. Mas beijamos bastante, isso que importa. Foda eram as músicas românticas tocando. Cara, como eu desejei ir num bar que tocasse Marisa Monte pra ficar com alguém que eu estivesse apaixonada… Mas bora aproveitar o que temos, né? E sabe o que fizemos pra evitar o silêncio constrangedor? assistimos a corrida de F1 que tava passando no telão do bar! Hahahahaha Tipos, patético. E rolava um samba no bar, eu loooouca pra ir me acabar, mas ele é metaleiro e achei chato deixá-lo lá, pq afinal de contas era um “dating”…

Ficamos até sermos expulsos. Fomos pra padoca comer alguma coisa. Aí ele veio comigo até em casa. E disse: “te ligo, gatinha”. Meu, bizarro. Só isso.

Páscoa: eu, Pri, Carolzinha, John (her boy) e o primo do John fomos pra Perdizes. Jogamos videogame, bebemos breja, hoooras de truco, a Pri ficou puta por ser excluída do truco, os vizinhos reclamaram. Nada demais.
Meu pai foi e voltou de Buenos Aires. Trouxe altos chocolates, me acabei.

Semana seguinte foi a comemoração do niver da Má em Taubaté. Depois de esperar A-N-O-S pelo Bruno no Terminal Tietê, fomos. Incrível como a gente tem diálogo. Pq raios não é assim com o Dirceu, porra? Eu e Bruno fomos falando sobre comida. 2h de papo sobre comida, sim. Foda.
Lá foi legal, mas acabou mal. A Jú e o Arthur tavam lá, tinham ido na sexta. Enchi o cu de cerveja e joguei truco – JURO – das 14h (qnd cheguei) até umas 22h. Jogamos de 8, 6, dupla, truco limpo, sujo, tudo. Todas as duplas possíveis. Foi bem divertido. A noite continuamos o truco ao som de Xuxa e Raimundos – TENDÊNCIA.

Conversei A-N-O-S com o Zen, amigo da Má. Último ano de jornalismo, tcc, you know, coisas em comum. Nisso, começou nos bastidores uma treta. Vou contar tudo aqui na íntegra pq sei que ninguém lê.

A irmã da Má tava pegando Andreoli. A Jú loira ficava com ele, ano passado. Há uma competição entre elas desde que o mundo é mundo. O Andreoli gosta da Jú. O que aconteceu? Jú deu em cima do cara e pegou. A Elis nem ligou tanto. Essa não foi a treta, em si. Foi o começo.
Enquanto isso eu conversava com a Má sobre isso da Jú e da Elis e sobre o Bruno, tb, que sei lá, tava estranho eles dois…

Jú e Andreoli somem.

Eu tentando resolver o problema dos outros. Bruno me mostrando o primeiro roteiro que ele fez – sobre ele mesmo, uma história sem final feliz. Bruno dizendo q não tá ligando. Tipos, OI, te conheço MUITO bem (é recíproco, ok), então desculpa, tá. Você tá ligando. Eu sei que você mudou bastante, aprendeu muita coisa… Mas você ama ela e muito. Sooo… Sorry, but, yes, you DO care about. Maaaaaaaaas… Voltamos da caminhada. Elis chama Marília e diz que Jú e Andreoli estão trancados no quarto dela. Marília sobre bufando as escadas e os expulsa de lá – sem antes eles demorarem a abrir a porta.

Jú sai feliz e contente como se estivesse tudo OK levar um cara para o quarto da amiga de infância, pra trepar. Geeeente, é o SEU QUARTO, SEU cantinho. Isso sem contar que a família da Má tava em casa e que a Elis começou a festa catando o cara. Porra. Respeito zero.

Má fica mal. Meninos vão embora. Nisso… ora, ora, vejam só, Bruno deixa de bichice e fica normal com a Má. Jú e Arthur somem. Má diz para eu falar para eles irem embora comigo de manhã – eu ia embora cedo pra ver coisas do TCC em São Paulo. A Jú volta, eu comunico. Ela pergunta o que fez. Eu digo que a Má tá puta com ela e quer que ela vá embora. Ela insiste e diz que não fez nada de errado, que vai embora segunda. Vendo que não adianta, saio do quarto. O Bruno também tenta. Em vão. Aí ele diz a frase: “olha… eu não sei se vc tá bêbada, se vc tá drogada…” aí enfureceu a Juliana. Ela começou a gritar, dizendo q ela não é drogada, blábláblá. 2h da manhã, ela GRITANDO. Má entra no quarto chorando e diz pra ela calar a boca e ir embora de manhã. Mãe da Marília acorda. Vai no quarto e broooother, começou uma das maiores tretas que já presenciei. A mãe da Má é daquelas que defende as crias a qualquer custo. E ela nunca foi mto com a cara da Jú. Bom… Eu tentei não ouvir a treta – não tinha nada a ver comigo – e ficar do lado da Má, que tava MAAAAAAAAAAAAAAAL. Mas mal mesmo, se acabando de chorar. Tipos, apunhalada por dois puta amigos dela. Só sei que de dentro do quarto saiam BERROS.
Juliana sem noção das coisas dizia que ia embora, dizia “quem você pensa que é” pra mãe da Má, mil coisas. Mãe da Má dizia que ela era uma mau educada, que ela fendia cigarro, era porca… Gente. Barraco de novela, sérião. Mas não era nada engraçado. Eu, Bruno e Arthur sem reação. A treta durou algumas horas. Aí todo mundo dormiu um pouco. 6h da manhã a mãe da Má acorda a Jú dizendo q vai levá-la para o ponto de ônibus, para ela ir embora E NUNCA MAIS VOLTAR. Juliana diz que ela é louca, doente, blábláblá, responde a TUDO. Foi horrível.

Quando finalmente a mãe da Má levou-a para o ponto, tudo acalmou, exceto os soluços de choro da Má. De manhã eu e Bruno (que pretendia ficar com a Má durante o domingo, mas foi convidado a se retirar, diante das circunstâncias) vazamos. No busão não dormimos, mesmo estando pregados. Só fomos falando sobre a treta, dizendo como a Jú é inconsequente, como a Tuda compra briga meeesmo, o que aconteceria no futuro. Pq ninguém imaginaria uma coisa dessas. Ninguém.

Eu já tava de saco cheio da Jú faz tempo, sem paciência pra falta de educação dela. Entra em casa, deixa tudo sujo, rouba comida do armário, fuça gavetas… Ah, vai tomar no cu. Mas, cara, a amizade dela com a Má era forte, desde pequenas… Fiquei baqueada. Como sou bem mais amiga da Má – e a Jú tava errada – escolhi meu lado. Com isso, eu sei que a Jú vai me odiar. Eu até vou sentir falta, eu gostava de verdade dela, mas às vezes me irritava profundamente.

Em São Paulo fui pro Museu de Arte Sacra fazer trabalho. Tinha uma enooooorme e incrível, cara, fiquei passada. Liiiinda. Era a cidade de Nápolis no dia do nascimento de Jesus. Todas as pessoas nos seus afazares e ao fundo a tão famosa representação do nascimento de Jesus. Era incrível, cada detalhe!!!

Fui na Paulista, almocei na Vivenda do Camarão, fui pra casa e capoteeeeeei para todo o sempre.

Na semana, só ia sabendo dos ocorridos Má X Jú. Rolou uma troca de e-mails… A Má disse no nosso blog “sei que uma parte minha morreu nesse fim de semana… mas tenho uma certeza quase macabra, como a dor macabra que senti pela primeira vez na minha têmpora esquerda, que foi minha pior parte a sepultada… uma parte viciada e ignorante… a pior parte… que, viciada na ignorância, relevava sempre coisas que, por fim, me desmoralizavam cada vez mais… não mais…” Sim, elas resolveram se afastar. Ir cada uma pro seu lado e guardar as boas memórias de anos de convivência e amizade forte.

Sexta-feira seguinte. 4 de abril. Cabulei aula na PUC e fui no cinema na Paulista com o Dirceu. Novamente, diálogo zero. Aliás, até conversamos, mas sobre cursinho, faculdade, assuntos desinteressantes. Ganharia mais lendo um livro, ou até mesmo na aula. O filme era fraco, a gente beijou pouco, o assunto era chato… Aff.

Fui pra PUC pra orientação com a Rachel. E fui pra casa dormir.

No dia seguinte foi o churrasco de formatura organizado pela empresa. Fui com Ellen, Miguel e Frank. Aaaaaargh. Gente, sério, me matem. Ficar no banco de trás ouvindo as merdas que o Frank fala NÃO TEM PREÇO. O churras era num sítio em Cotia.
Chegamos e só tinha um povo da manhã. Da sala tinha 3: Sarah, Ayla, Dê. Já cheguei abrindo uma lata de cerveja. Foi bizarro o churrasco. Presenciei briga de casal, joguei futebol bêbada (ô saudade de ed. física!) e contei minha vida sexual antiga para uma roda de 7 pessoas – o povo da sala. Falei do Chris, falei que dei com 11 anos, falei do Chris com o Brenno, de mil coisas. Fui até aplaudida, ridículo. E, pior parte: não aguentei e contei do Thomé. Mas eu tava breaaaaca, de verdade. Não pretendia expôr minha vida. Mas beleza.

Às 17h fomos expulsos do sítio. Fui embora com a Ayla. Mó engraçado todo mundo fugindo do Frank, pra não dar carona a ele hahaha. Coitado.

Eu topei ir pra balada com Ayla, Dê e Sarah. Em São Paulo não achamos o caralho do bar e eu as fiz entrarem em 500 ruas diferentes, guiando sem saber onde ir ahhaha. Acabamos não achando o lugar. Fomos pro Mc Donalds comer, então. Lindo. Depois a Ayla me deixou em casa. eu comprei uns doces, fumei um baseado e liguei pra Júl pra desabafar, pra falar q tava arrependida de ter contado a minha vida sexual antiga. Mas, né.

Ana, quem você quer enganar? Você adora atenção. Você adora SER O CENTRO DA ATENÇÃO. Você adora falar da sua vida, de você.

Só sei que na semana seguinte minha loucura sobre o Thomé piorou.
Por ter contado sobre ele para tanta gente super me joguei na paixonite.

Só que eu tomei coragem e adicionei ele no MSN. Na segunda ele me aceitou. Na quarta a Dê me disse que ele tava namorando. Quando ela falou isso eu senti um bagulho típico dos meus 15 anos de idade. Me gelou tuuuudo, meu coração começou a bater na garganta. Foi fodar conter minhas emoções. Mas isso é pra eu parar de ser idiota.

No mesmo dia eu vi ele com a namorada. Reafirmo: foi bom pra eu acordar. Nem vou falar que deve ser fogo de palha e blablablá. Melhor pensar q vai durar, pq é foda, aquela porra daquela janelinha sobe no msn e meu coração acelera. Ele passa na minha frente e eu fico sem ação. PUTA MERDA, viu. Teenagers”s alike.

Sábado seguinte: encontrei Júl, Pri e Carol – amiga Júl – e fomos pro churras do Hil, coisa mais miada do universo. Mas tinha cerveja e narguile, então não tava tão ruim. Pri e Júl tavam num puta climão, e há tempos. Só climão, meu deus. Tudo por causa do Caju. Sempre, né, por q mais poderia ser senão homem?

Certa hora, bêbada, me vi contando para uma mesa cheia um dia bizarro na minha vida, que dei prum cara q eu não conhecia pensando q era outro. Contei em detalhes, é lógico. Ê, Ana.

Me enfureci com a Júl ao pegar nas entrelinhas que ela super não seguiu meu conselho e pegou o Caju mais vezes. E o Caju super que não me ouviu, tb, então moooorte a ele. Sério, que se fooooooodam gostoso, eu tô cagando. Mas quero distância.

Fui pra casa. Queria chamar alguém, meus pais tavam viajando. Passei no mercado e comprei cerveja e chocolate. Em casa liguei pra todo mundo possível, até mandei mensagem pro Dirceu. E até dele tomei um não. Revoltada e deprimida, passei a noite na internet bebendo cerveja e lendo merda.

Passei a noite curtindo uma deprê bizarra, bebendo, pensando em Má e Jú, Má e Bruno, Júl, Pri e Caju, e o pior de tudo: Thomé. Nunca me conformei em COMO RAIOS peguei um cara tão gato. Aliás, vários gatos. Da minha “lista”, tem uns 6 que são do tipo que chamam bastante atenção na rua por sua beleza física. E tipos, OI, COMO??? Alguns tem até explicação, mas e ele? Por que ele me beijou??? Foda. Foda-se o mundo, sério. Pena que eu não consigo botar isso em prática.

No dia seguinte já tava tudo certo.

Sábado seguinte, dia 19, fui almoçar na casa da minha vó. Rolou uma D.R. pública dos meus pais, com minha vó e minha tia analisando. Foi o máximo! hahaha. De lá fui encontrar o Bruno na Paulista. Ficamos das 18 às 22h conversando sobre absolutamente tudo. Cara, são raras as pessoas com quem posso conversar sobre TUDO. A Má e o Bruno são algumas delas. Bruno e eu falamos sobre política, religião, Má, Thais, Ana, história, faculdade, planos pro futuro, baladas… Quando vi estavamos nos perguntando pq a Ásia tem um número espantosamente maior do que o resto do mundo. HAhaha. Amo o Bruno, cara.
21 de abril, festa surpresa do Gordo no salão de festas do Altos – saudooooso, tantas histórias! Crepes deliciosamente gostos, papos de Lost e Prison Break com um Victor cada vez mais legal, Vó portuguesa do Gordo saindo de dentro de uma caixa dizendo SURPRESA, cerveja. Ai, desnecessário dizer que não demorou pra eu começar a contar minha vida sexual recente para umas 10 pessoas, né? Fui a diversão da geral, puta merda. Mas foi bom revê-los, msm que agora eles achem que eu sou uma prostituta. Que não cobra.

O Nanis veio dizer no dia seguinte que eu fui o ponto alto da festa. Isso até me fez parar de odiar minha boca maior que o mundo. E me fez decidir que escreverei um livro. E ele vai fazer sucesso. E vai virar filme. Pq, cara, minha vida tem muita coisa bizarra, bem mai do que a maioria das pessoas. Por mais que agora esteja um tédio, tem muita história boooa.

Mas, cara, sabe do que eu preciso? De alguém que me mande calar a boca, nessas horas. Que diga que minha vida sexual não interessa a ninguém. Tudo bem que quando alguém disser isso eu vou odiá-lo pofundamente. Mas só assim para eu parar de ser tão arrongante, achando que a minha vida é A MAIS LEGAL. Bom, A MAIS LEGAL não é, a da Polly (http://www.myparentesmademedoit.blogspot.com) é bem mais legal. Mas eu estou perto, viu.

Dia 25 foi aniversário da Stella. Fui no bar, não conhecia ninguém. Fiquei horas conversando com a irmã dela, que é super gente boa. Foi legal, mesmo estando meio quietona. Às vezes é bom, né. Só sei que tinham vários gatchééénhos na mesa e eu super a convenci a me levar prum happy hour do trampo dela um dia.

No sábado, dia seguinte, foi a virada cultural. Fui com a Lu e a tchurma dela, com direito a nego no porta-malas. Ô saudade dos bons tempos. Aconteeeeece que tava entupiiiiiido de gente o evento, puta que pariu! Bem pior do que eu imaginava. Ok, super legal a idéia, talz. Mas brother, não dava. Encontrei a Carolzinha com amigos e troquei de “tchurma”. Encontrei o Tato da minha sala no meio da avalanche de gente. A Folha diz que eram 4 milhões. Não duvido. Argh. Se eu bebesse mais aguentava, mas a breja era cara e não tinha banheiro. Os becos em que eu mijaria estavam invadidos por multidões. E tipos, breja sem banheiro? Não dá, né.

Feriado de 1º de maio…
Não fiz porra nenhuma. Ah, não, mentira. Na sexta fui na casa do Tiago, ex da minha prima, que iamos fazer um fondue. Foi legal, bem legal. O fondue tava ótimo. Bebi vinho e fiquei altinha. Joguei videogame, conversamos, fumamos, foi bom, e percebi que meio que quero catar um amigo da minha prima tido como zuado. Mas isso está e ficará em OFF…

Tirando esse rolê, passei o feriadão em casa dormindo, vendo Harry Potter – caaara, tô com crise de abstinência de HP, tá foda – comendo e dormindo mais um pouco, pq tipos, inverno has come. Frio pra caraaaaaaaalho e chuva.

Essa semana, como a boa aluna que sou (AHAN! :P) fui pra aula todos os dias. Argh, que bode.

Só fonoaudiologia e direito salvam. Melhores aulas do curso – and that REALLY MEANS SOMETHING, don”t you think?

Também nessa semana tive uma puta crise de indecisão. Fui chamada pra trabalhar na Secretaria Municipal de Cultura, pra ganhar R$ 80, meio período. Mas pq eu largaria R$ 950 + hora extra + 13º salário + plano médico + espanhol + chance de efetivação? Cheguei a balançar. Pedi opinião às pessoas mais improváveis. MAndei um e-mail falando que tinha sim interesse. Mas pensei melhor e desisti. É, meu lado materialista falou mais alto, mesmo que eu esteja de saaaaaaaaaaco cheio desse trampo emburrecedor do caralho. Sabe o que me pegou? Meu blog, o Se Mata. Eu sei que se sair de lá ele vai miar, eu não vou ter saco de ficar procurando coisas pra postar. E ele tá com 700 views diários, pô. E vários comentários, várias pessoas elogiando muito, fazendo posts, linkando… Tô tão orgulhosa do meu blog! Aí resolvi ficar. Até junho, at least.

Ontem tava esperando a orientação do TCC, consciente de que eu não tinha feito porra nenhuma em quase um mês. Bom, pelo menos me mantive informada. E nossa! O bicho tá pegando. Ninguém quer apoiar o Alckmin, o Kassab conseguiu apoio até de Deus, tá foda o bagulho. A eleição vai ser emocionante, trust me. Pois então. tava esperando a orientação. Ele passou por mim e disse: – Oi Ana. Ai cara, queria tanto não ser uma teenager idiota, nessas horas. Ele tava com aquela jaqueta preta surrada que lhe cai tão bem…
*suspiro*.
Mas conversas com a Sarah me trouxeram de volta ao mundo. E o papo com a Rachel me trouxe mais de volta ao mundo aiiiinda e me dexiou deprê. Preciso começar a fazer alguma coisa… E POR EXEMPLO NÃO POSSO CONTINUAR PERDENDO 3H PRA ATUALIZAR UM BLOG INÚTIL, enquanto deveria estar fazendo meu tcc.
Ah, mas que se foda, hoje não vai mais rolar, 2:12 e tá um frio do caralho. Minhas costas dóem. Na semana eu agilizo as coisas atrasadas. Juro.

Amanhã é dia das mães (há um ano eu vivia um sonho… ai ai, *acorda*) e vem a família paterna aqui em casa. Vai ter strogonoff. Vou dar pra minha mãe uma caixinha de Nhá Benta da Kopenhagen pq eu sô chique.

Daqui 2 semanas é o JUCA, brother. Ainda não comprei. Nem arranjei barraca. MAs eu vou, isto é mais certo do que o céu é azul. E vou me acabar, não quero nem saber.

Ah, sim: tô precisando de sexo. Sério, tô subindo pelas paredes desesperadamente.

E, ah, sim 2: minha vida tá um tédio.

Então é isso aí.

Musiquinha que viciei, ouvi 10 vezes seguidas enquanto malhava. Ah, antes de postá-la… Em Picinguaba, nas férias, o Vico disse que essa música foi feita para a mulher do Djavan (Maria) que morreu no parto da filha (Margarida). Cara, prestem atenção na letra. Tipos, eu super não acreditei… Mas outro dia recebi um e-mail falando a mesma coisa! MEDO. E, porra, mó musiquinha bonitinha, mó baaaaad, cara.

Flor de lis
Djavan

Composição: Djavan

Valei-me Deus, é o fim do nosso amor
Perdoa por favor, eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei
Eu só sei que amei, que amei, que amei, que amei
Será, talvez, que minha ilusão
Foi dar meu coração com toda força
Prá essa moça me fazer feliz
E o destino não quis
Me ver como raiz de uma flor de liz
E foi assim que eu vi nosso amor na poeira, poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida ressecou ou morreu
Do pé que brotou Maria
Nem margarida nasceu

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