Too much information.

Bom, vamos lá. Foram 4 meses sem atualizar, e aconteceu muuuuita coisa, então segura. O texto vai ser enorme. Típico.

Vejamos… Dia das mães. Bom, foi interessante. O Márcio mostrou milhões de fotos no laptop dele o dia inteiro. Tinha foto da infância dele, da minha infância, da Europa, de tudo.

O almoço foi strogonoff. Super mandei meu regime às favas e comi 3 pratadas. A sobremesa era brownie com sorvete. Também comi horrores… Aff!

Mas foi engraçado. Márcio com seu tom trágico, só falando mal das celebridades… Contou que a Luciana Gimenez é profissa: engravidou do Mick Jagger em uma só, rapidinha no banheiro e DE PÉ. AHUAUHAUHAUA

Minha família é louca.

Aí eu contei do Kassab ser viado e pegar o Andrea Matarazzo – que largou a família pra ser “primeira dama” ahuauhauhahau bafafá forte. Foi divertido.

No fim de semana seguinte minha prima me chamou pra ir no churrasco do Martché com ela. Lógico que topei. Churrasco, cerveja e samba sempre dão certo. Buuut… Já chego lá.

O Martché ta morando numa puta casa, dividida entre ele e mais 3 caras… Conheci a casa, bebiiiii… Aí encontrei a Fernanda Kalena, da minha sala na PUC e ficamos h-o-r-a-s conversando sobre absolutamente tudo. Tipos que meio mundo odeia forte ela, mas eu gosto. Bom… Aí fiz a merda de contar sobre meu tcc pra ela. Ela é do C.A. Nem preciso dizer mais nada. Mas, pra minha surpresa, ela se limitou a dizer q não queria discutir política. Tá vendo! A Fé é muito gente boa…

Mas aí ela me deixou noiada pelo fato de eu não poder cobrir o 2º turno. Ok. Depois eu continuei a beber e já tava alegrinha. Fui dançar. Tipos q eu tava bem bêbada, e não demorou pra começar a subir um enjôo. Resumindo a ópera: fui pra frente da casa, na rua, deitei na SARJETA e fiquei gorfando. Uns minutos depois – mas deve ter sido uma eternidade, na verdade – sentiram minha ausência. Quando vi, tinha uma roda discutindo o que fazer comigo. Acabou q algum santo me trouxe pra casa de carro, mas tipos que eu nem lembro quem. Cheguei em casa bemloka e capotei, de roupa e tudo, sem antes minha mãe afirmar que eu tava bêbada e que ela não queria ninguém vomitando em casa.

Bom… Semana do JUCA. Super q não fui pra PUC nenhum dia. Na quarta saí do trampo, fui pra casa, tomei banho, acabei de arrumar minhas coisas e fui pra PUC encontrar o povo. Retirei meu KIT JUCA, encontrei o povo, bebemos champagne… Enquanto isso rolava SP X Flu pela Libertadores e dizem q tava emocionante – todo ano às vésperas do JUCA tem jogo emocionante na Libertadores! – mas a gente tava mais preocupada em beber. Eu, Dê, Sarah, Ayla, Ellen, Miguel, Ale, Karen enchendo a cara e causando com vodka e qualquer mistura que pintasse.

O nosso busão foi o último a sair da PUC, já era quase 1 da manhã. Mó caô no busão, nego fumando maconha… Aff. Só sei q na estrada, eu tava muito bêbada. Fui conversar com Miguel e Ellen, e quando percebi lá tava eu contando da minha vida de novo – em especial sobre o Thomé. Ok. Só sei q a certa hora começou a me dar uma vontade ímpar de fazer xixi. Sério. Eu tava desesperada. Tipos que foi meio vexâme, mas metade do ônibus tb queria mijar… O Alê tava quase fazendo pela janela. Depois de horas, paramos finalmente. No banheiro, foi quase um orgasmo meu xixi ahhaha.

E na hora de voltar pro bus… Pneu furado!!! Tivemos q esperar mais de 1h no meio da Dutra, terminando com a vodka, é claro!!! UHAHJAHUAUA

Ok. Em Guará… Tipos q ninguém sabia pra onde ir – muito menos o motorista – rodamos a cidade toda e nada!!! Finalmente chegamos ao alojamento 5 da manhã. Foi o tempo de armar a barraca e capotar… Não sem antes me expulsarem do meu cantinho e me fazer ter de arrastar a barraca pra outro lugar.

2 ou 3h depois nos acordaram pra ir pro 1º jogo – futebol de campo masculino (o Alex tava no time, o Tché (do M.Sul) tb.

Ok. Depois de esperar ANOS a mulherada se arrumar (odeio menininhas que passam maquiagem pra ir num jogo de futebol), fomos. Mas não tinha mais ônibus. Resolvemos ir andando. No caminho, fiquei viajando nos tapetes de serragem, mó cultura de interior, as crianças todas fazendo os desenhos… Muito lindo, cara. Comemoração do Corpus Christi lá em Guaratinguetá.

Mas lógico q fomos ao lugar errado, e descobrimos q o campo era longe, não rolava ir andando… Resolvemos, então, ir pro jogo de ???. Só que ele ia demorar a começar… Quando vi já tava na 3ª cerveja. Só sei q eu tava meio louca, mas pensei q ia sucumbir diante do calor q tava fazendo. 11 da manhã e GERAL se espremendo numas sombrinhas mixurucas. Sério. MUITO quente, muito. Eu super achei q ia morrer, e comecei a noiar que era o aquecimento global, e que eu ia presenciar a morte da humanidade inteira por causa do calor NAQUELE EXATO INSTANTE… Foi horrível. Mas meia hora depois melhorou o calor, e pudemos voltar pro sol.

No intervalo entre os jogos rolava tipo uma micareta na rua do ginásio. Gente de todas as facus lotavam a rua, conversavam, comiam, bebiam, beijavam. Mas tipos que aquele calor não era humano, eu não tava me sentindo bem.

Bom, a PUC ganhou o primeiro jogo no futebol masculino, e geral tava feliz pra caralho. Primeiro pq futebol é mó importante, né. Depois pq a PUC nunca ganha porra nenhuma.

E, cara… Chegamos no alojamento a tarde e mandaram a gente mudar as barracas de lugar. Mó trampo, e tivemos q ficar ao ar livre… Num puta terreno baldio, mó friaca. Mas beleza, é JUCA. Tudo é diversão.

O banho foi numa casa bem mais ou menos da redondeza… Depois saímos pra comer um lanche. Voltamos e ficamos bebendo umas brejas no alojas, esperando o busão pra ir pra balada.

A balada… UMA BOSTA, tudo que tenho a declarar. Música ruim… pelo menos o open bar tava funcionando. Encontramos o povo… Mas eu e Sarah resolvemos ir embora no 1º bus. PUTA FRIACA DO CARALHO, mas conseguimos. Tivemos q sair correndo atrás do bus, foi foda. Chegamos no alojamento e sei lá. Morri.

Mais um dia amanheceu. Acordei e a quantidade de barracas tinha triplicado. Medo. Me virei nas minhas bolachas, já q não tinha perspectiva de café da manhã; daí fomos pro ginásio. Ia ter o jogo de estréia do basquete masculino, e o Fábio, da minha classe, estaria lá. Bom, o jogo foi péééééssimo, sério, triste mesmo de assistir. Mas por um milagre a gente ganhou. O feminino foi a mesma coisa; péssimo jogo, mas ganhamos. Ambos foram contra a PUCCamp. Aí fomos pro jogo de futebol masculino. Um calor do cão, de novo. O jogo foi pros pênaltis, mó emoção… E, cara. Conseguimos! Ganhamos e fomos pra final!!! E todo mundo bêbado e suado festejando a classificação, mó bonito. Sério, mó raça PUC.
Bom… A tarde fomos almoçar no shopping. Muito crasse. Comi comida, tão digno! E ainda tomei um sorvete do MC! Minha voz começava a falhar, mas beleza. Tinha gente pior do que eu, já completamente rouca.

Aí tiveram mais uns jogos, super não lembro direito. Teve futebol de quadra contra o Mackenzie, acho. Rolou torcida forte da PUC, com fumaça colorida e animador… Mas perdemos.
Bom… Voltando ao alojamento. Fui com a Ayla tomar banho num lugar tosquíssimo, tinha até barata morta. Sério, mto trash. Voltei… Capotei um pouco, pq nesse dia seria a balada no alojamento. Só gente da PUC.

Acordei e Miguel, Ellen, Karen e eu dividimos uma pizza. Ainda tava cedo. Encontrei Diogo e Vinny e fofocamos absolutamente sobre tudo. E comecei a beber. A noite seria longa, então fui capotar mais alguns instantes. Logo depois, a Fê Russo me chamou e disse q o povo já tinha tomado doce e que o meu tava com ela. Me deu, tomei. E assim começo a balada mais legal da minha vida (não só por causa do ácido, deixo claro).

Todo mundo da sala junto, foi lindo! Todo mundo se abraçando, gritando, dançando músicas boas, se divertindo… Bebendo! Todo mundo estava bebendo! E as músicas? Parecia uma seleção feita com base nas minhas músicas preferidas do meu mp3!!! Foi foda, nunca me diverti tanto. O clima era tão bom… E o ácido me deixava ainda mais eufórica e feliz. Foi foda. Fui bebendo vodka com energético. Melhor bebida do universo, me acabei. Só sei que eu não me cansava nunca. Era tudo tão brilhante, tão feliz… Músicas boas, pessoas legais, bebidas boas.
Aí sei lá.
Teve uma hora que colou polícia lá! Tipo… No JUCA a galera fuma maconha em qualquer lugar. Na frente dos policiais até. Tudo mega legalize. Certeza q parte do dinheiro q pagamos pra ir pro JUCA (cerca de 200 pilas) inclui uma “verba” pra polícia ficar na dela e deixar os universitários se drogarem em paz.
Só que que a polícia em instantes foi embora e voltou tudo ao normal. Mas eu tive uma nóia de seria presa, de q aquelas 500 pessoas do alojamento seriam presos… auhhauhaua doidera.
E aí sei lá, rola um lapso de memória.
Sentei num canto alguns instantes. Quando percebi, tinha meia dúzia de gato pingado no lugar, só. E eu tava MUITO, mas MUITO louca. MUITO. Não sabia distinguir o movimento dos meus olhos do movimento das minhas pernas. Bizarro. Inexplicável.
Aí um cara chegou e me puxou pra ficar de pé. E me beijou do nada! UHAHAUAUHAU
BIZARRO. Eu não tinha condições de nada, muito menos de recuar. Alguns instantes depois, forcei meu retorno ao meu cantinho sentada, no chão.

Um tempo depois, começou a tocar um funk insano.
Pra q? Ana bêbada e funk tocando? RÁÁÁÁÁÁ

Subi em cima de uma mesinha e fiquei lá. Meu, vergonha total de lembrar, mas são coisas do JUCA ahhauhua

Aí um cara q tava em cima de um palco me chamou. Super fui. E super o agarrei ao chegar lá! UHAHAUHAUAHUAH PERDI AS ESTRIBEIRAS! AHAUAHUAHUAHU
Cortem a bebida da menina!
Só sei q a gente ficou se agarrando em cima do palco. Nervosamente. E já tava quase amanhecendo. E o funk continuava a tocar. PUTAQUEPARIU.

Aí… Ai, cara. Vai ser foda contar isso, mas vamos lá. Levei o cara pra minha barraca. Pois é. Acontece que uma menina estava dividindo a barraca comigo, mas sei lá pq raios ignorei esse fato no momento. Ela levantou puta da vida e sumiu da barraca.
Um tempo depois expulsei o cara de lá e fui atrás da menina – Karen – pra pedir desculpas, pq, né. Foda.
Só que encontrei o Miguel e um povo. o Miguel ia competir na natação. Eram 7 e pouco da manhã e eu doidaça, maior empolgada e ainda sob o forte efeito do ácido.

Lá na natação fui pro sol e fiquei viajando, mas percebi q tinha gente pior do que eu. De qualquer jeito, não tinha muita certeza da minha sanidade. Parecia que eu tava num sonho, tava tudo estranho… Mas tava tudo tão bom!

O Miguel nada mó bem, mas não era páreo para a galera do Mackenzie, que toma concentrado de carboidrato antes de pular na piscina. Dá medo, eles são MUITO bitolados! Por essas e outras todas as torcidas se unem por um motivo maior: zuar o Mackenzie. Coisa mais legal do mundo ver todo mundo – Puc, Casper, ECA, PUCCAMP, BA e Metô – gritando PAU NO CU DO MACKENZIE.
E uma mina da PUC que competiu nadando CACHORRINHO? AUHUHAUHAUHA Putz, humilhante!

Mas eu tava desmiolada. Sai da natação e esqueci minha bolsa lá!!! Com RG, cartão de crédito, celular… Mas lembrei a tempo de sair correndo e achá-la na mão da Ellen. Ufa.

Depois fomos pra final do futebol. Chegamos lá e já tava na programação. Dizem que não perdemos grande coisa. Mas meu. Sol do meio dia e aquela porra de campo sem um caralho de uma sombra e os meninos correndo naquele campo há quase 3h. Isso mata. Eu tava meio viajando enquanto gritava e vibrava junto com outros puquianos. Aí de repente alguém da PUC marcou um gol. Um pouco depois, acabou a prorrogação e fomos sagrados campeões! Mó festa, mó emocionate. Puta vitória importante da PUC!

Gente, e os hinos? A coisa mais legal do JUCA é que t-u-d-o vira um grito de guerra. Exemplos:

Guará não tem farol, Guará tem rotatória (Gente, não sinal de trânsito quase! Cidade bizarra! E os carros param pra você atravessar! É lindo!)

A E I O U – A ISABELLA NÃO TOMAVA RED BULL (hahahahahhahahahahahhahahha!!!!!)

USP ASSASSINA! O JAPONÊS TÁ NO FUNDO DA PISCINA! (essa foi foda, eles ficaram putos hahaha)

É CANA, É CANA, É CANA, É GATOS, É GATOS, É GATOS (isso pq é gente da faculdade de comunicação, hein)

TIRA O 7, TIRA O 7, TIRA O 7 (pq o jogador nº 7 do volei masculino da PUC era o pior jogador do UNIVERSO)

Fora as rimas oficiais:

E NINGUÉM CALA….ESSE CHORORÔOOO…….CHORA A FAAP, CHORA A PUCCAMP, CHORA A METÔ!!!!

PUC… PUC… PUC É A FACULDADE ALTERNATIVA, GRAÇAS A DEUS!
“Raça PUC, paixão! Oh meu Pucão!
Cachorroooooo, eu sempre serei!
No juca sempre estarei, Oh meu Pucão!”

Loooko, loko, loko, loko EU SOU DA PUQUÊ!

Vamo beber Puquê! (esse nem precisava falar hahaha)
Depois almoçamos no shopping de novo. E nos perdemos de carro pela cidade, o q acarretou num verdadeiro city tour por Guará. Puta cidade fooooufa!

A noite teve a semi final de basquete masculino (fomos eliminados) e feminino (tb fomos eliminadas – no jogo maaaaaaaaaaaaaaaais chato de todo o século).

Daí voltamos pro alojamento. Tomei banho e capotei. Morri. Dormi eternamente, o sono dos fodidos. Miei a balada final, inclusive. Não tinha a menor condição. Acordei horas depois com geral voltando da balada, gritando horrores e cantando ACORDA BATERIA. A bateria acordou, fez um escarcéu… mas nem me dei ao trabalho de sair da barraca. Só levantei mais tarde. E encontrei meia dúzia de gatos pingados bebendo cerveja. Não pensei duas vezes: abri minha cerveja e me juntei a alguns da minha sala que papeavam. Aí fui bebendo, fumando, cheguei a dançar um pouco… Eram umas 7 da manhã. Pessoas começavam a acordar, para arrumar suas coisas para ir embora, e eu lá, mais louca que o Batman. Aí fiquei zonza e fui deitar. Pra q? Tudo começou a girar. Dei uma gorfada básica, enquanto via geral levantando acampamento (literalmente). Resolvi tomar vergonha na cara, levantei e arrumei minhas coisas rapidamente.

Fomos embora no 1º ônibus. Demos carona prum tiozão doidaaaaço, que nos honrou com a coisa mais trash do JUCA ever.

O segurança da PUC tava mais louco que o Batman. Tava mais louco do que eu, que enchi o cu de cerveja em jejum desde às 6 da manhã. Mas ele teve a proeza de fazer o ônibus parar no meio da Dutra, no A-C-O-S-T-A-M-E-N-T-O pra quê? Pra quê???

Ai, ninguém vai acreditar…

Gente! Ele arriou as calças e CAGOU! Na frente de tooodo mundo!!!!! No meio da estrada! Tava todo mundo do busão dormindo, mas quando começou o boato e as pessoas começaram a olhar pela janela… Lá estava o cara cagando, e todo mundo rolando de rir no ônibus, falando pra levarem uma revista pro cara, pra levarem papel higiênico… Eu não tive coragem de olhar mais detalhadamente. As pessoas davam detalhes escatológicos sobre a proeza do cara.

Aí o cara voltou pro busão e todo mundo começou a cantar O SEGURANÇA DA PUC CAGOU NA ESTRADA. HAUhauhahauhauhahauha E também cantaram COM O SEGURANÇA NÃO HÁ QUEM POSSA, Ô Ô COCOZÃO DE OURO ahuhuahuahuauhahuhuahuahuahuhau gente. Sério. Quando a gente acha que já viu de tudo na vida… E tooodo mundo aplaudiu o cara! UHAUAHUAHUA muuuito foda.
Aí cheguei em casa, tomei o banho merecido e capoteiiii.

Na segunda fui trabalhar. Eu tava inteira, até. Só que bem rouca. Mó engraçado, metade da Riot rouca por causa do JUCA ahahah. Troquei fofocas com o Tifu e talz…

No fim de maio resolvi fazer uma visita à Sâmia e ao Lucas, o filho dela, que cresceu bastante. Conheci o pai do garoto, super gente boa.

Enquanto isso, no trabalho, as coisas começavam a melhorar… Meu blog tava crescendo rápido me deixando muito feliz. No dia 1º de junho o Dookie – rei do orkut – me linkou no blog dele, e conseguimos um pico de 3 mil views. Alguns dias depois, ele nos linkou de novo, e conseguimos 4.500 views!

Daí que a gente começou a ficar amigo.

Minha vida social começou a diminuir. Dia 8 de junho fiz uma baladinha em casa com uns amigos da minha prima, mas, olha que maravilha. Só foi casal naquela porra. Mas, graças aos bons senhores, o Bruno surgiu lá e, como de costume, nos fechamos num mundo a parte. Fiquei conversando com ele pra sempre e desencanei do povo da sala – sendo que nesse momento já tinha mais gente por lá. Na real, apareceu uma boa galera… Martché, Catatau, Pajé, Japa, Tiago…

Mas eu só dei atenção ao Bruno. Depois geral vazou. eu e Bruno dormimos, não sem antes fofocar MUUUUUUITO.

No dia seguinte, domingão, eu e o Bruno passamos o dia assistindo ao fofíssimo filme “Chocolate”, comendo miojo e fumando narguile. Delícia.

15/6 – Balada Miagy. Estréia da produtora dele. Tipos que TODO o universo estava lá. Pra todos os lados que eu olhava era um rosto conhecido, isso pq eram 2 mil pessoas. Todo mundo da PUC tava lá, todos os amigos da minha prima, uns alheios por aí… Até a Jú, Arthur, Chris e Paula estavam por lá!

Desde a treta em Taubaté, eu nunca mais tinha falado com a Jú… Pensei q ela tava púta comigo, sei lá. Mas a certa hora eu a cutuquei na balada, e ela ficou mó feliz, e eu tb… E cara, eu gosto da Jú. Gosto mesmo. Daí que a gente conversou um pouco – era difícil no meio daquele caô.

Daí a Stella e a Luana, do trampo dela, surgiram, e a gente ficou passeando, hora fugindo de pessoas, hora procurando comida…

Foi legal a balada, afinal de contas. Menos a hora do pagamento. Primeiro que foi um puta dum caos, filas monumentais. Depois pq eu gastei quase 70 conto de bebida. E, pior: não fiquei mucholoka.

Isso era sábado. Domingo eu tava bem. Mas na segunda-feira… Nossa, vomitei horrores do trabalho, não conseguia nem olhar a tela do computador que corria para o banheiro. foi assim das 10 até 13h. Aí saí pra almoçar e melhorei.

Acontece que minha menstruação tava atrasada desde abril. Na real, era junho e eu só tinha menstruado 2 vezes no ano, mas sem caô, culpa da dieta. Achava eu. Esse enjoô super me fez pensar em outras causas, e comecei a me desesperar. Não conseguia fazer nada sem pensar palavras como “gravidez” e “aborto”. DESESPERADOR. Pensava em fazer até um teste, mas tava sem coragem. Se desse positivo, eu super me matava. Fiquei com essa nóia séculos e séculos.

Ok. Quinta-feira dia 19/6 fui com a Stella pro bar do trampo dela. Tipos que foi maior legal. Esperava ficar muda, assim como fiquei no aniversário dela… Mas o povo era mto legal… Acabei nem falando tanto, mas me diverti. E comecei a pensar com mais “carinho” no povo da Riot, pensando que eu precisava começar a ir pro bar com eles. Certeza que eles também eram mto legais. Fui embora só 3 e pouco, de carona com a Luana.

Aí na sexta, dia seguinte, fumei na Riot com o Tifu e o Dog. Tive uma crise de mania de perseguição no ônibus, que rapidamente se transformou numa nóia de “estou grávida, e agora”.

No dia seguinte, 21/6, era aniversário da Pri. Fui com ela na Trash 80″s. CARA. eu não nasci pra balada, definitivamente. Como me sinto mal nesses lugares, puta merda. Tudo que eu queria era ir embora. E paguei 25 pilas SECO pra entrar. Cu, cu, cu.

27/6. A Bruna, uma veterana da Riot, tava saindo de lá. era seu último dia. Me rendi à sociabilidade e fui almoçar com eles todos no Bovinus. Daí que fui e voltei conversando com o Dookie. Diga-se de passagem que era nosso primeiro papo não-virtual ever. E nesse meio tempo (entre ele me linkar e esse dia), tinhamos ficado maior amigos, quase todos os dias conversavamos bastante no msn, contando a vida. E na ida e volta do almoço da Bruna, conversamos ao vivo. Era estranho.

A noite resolvi ir pro bar com eles. Foi quase todo mundo, até os que nunca iam, como eu. Foi bacana. Bebi bastaaaante, me soltei, e percebi o quanto eles são legais.
Na semana seguinte, começou a rolar um movimento pra eu sair da Riot e ir pro PT, cuidar do meu tcc e das minhas ambições profissionais. E começou a doer a idéia de sair da Riot. Afinal de contas, me apeguei a eles. Fui numa entrevista, a moça gostou muito de mim. Muito. Gente bueníssima, disse para eu sempre manter contato. Daí que alguns dias depois ficou acertado que eu ia mesmo pro PT, ganhando uma grana boa (quando pensamos que sou estagiária, lógico). Ficou acertado que começaria no PT ainda na semana q eu tava, mas conversei na Riot e a Dani pediu para eu ficar até sexta seguinte.
No dia seguinte, o Tifu, outro que estava na Riot há séculos e a pessoa mais animada de lá, com quem nos últimos tempos eu andara conversando bastante, anunciou que sairia de lá também, no mesmo dia que eu. Adivinhem só. Começamos a bolar “n” despedidas. A causar.

Ah, nesse meio tempo… Lembram da minha nóia de gravidez? Ainda não tinha vindo minha menstruação. 4 meses e meio OFF. Daí que eu comprei um teste de gravidez de farmácia. Sério, momento trash da minha vida fazendo essa porra. Na hora deu negativo, mas, né. Eu sabia q tinha feito coisa errada, minha menstruação tava atrasada há séculos…
Mas aí 7/7 ela veio. Quase chorei de verdade. No mesmo dia, comprei pílula e JUREI (agora de verdade, pq eu já tinha jurado isso outras vezes) que NUNCA MAIS PARO DE TOMAR PÍLULA. NUNCA MAIS.

E na minha última semana resolvi almoçar com a galera todos os dias. Na sexta tive o melhor almoço do muuundo, com André, Tifu, Dookie e Jesus. Por sinal, os mais próximos a mim. A gente fofocou horrores, fez um almoço de 1h30. Foi muito bom. Muito. Tanto que voltamos pro trabalho e continuamos a conversar via chat de msn. hehe.

No dia seguinte cedinho encontrei as meninas da PUC – Sarah, Ayla, Haidi e Dê – para irmos pra Praia Grande, no apê da Ayla, passar o fds. Não imaginei que seria tão divertido. A praia estava super vazia, pq tava friozinho. Se bem que debaixo do sol tava até quentinho. Com várias cervejas e espanholas (bebida oficial da PG hehe), melhor ainda.
Conversamos sobre homens e outros assuntos de menininha, tipo academia e coisas fúteis do gênero.
A noite começamos a conversar sobre sexo. Meu. Foi o papo mais forte que tive em toda a minha vida. Não foi simplesmente contar experiências sexuais. Só quem tava lá no momento sabe como é. Falamos de casas de suingue, falamos de amores frustrados, contamos experiências, gritamos, rimos, comemos brigadeiro… Ficamos HORAS falando, falando, falando. Foi demais. Muito legal mesmo.

Domingo levamos a Sarah até o terminal rodoviário pra ela ir embora. Depois fomos pra praia. A tardinha fomos embora, antes passando no shopping pra comer Mc Donalds. É, pois é. Puta viagem engordante pra caralho, pelo amor. Rolou um transitozinho pra voltar. Fiquei na Av. Ibirapuera, onde peguei um ônibus e fui pra casa. E capoteiiii.

Dia seguinte começou minha última semana de Riot. Todos os dias almoçando com as pessoas, conversando, me soltando. Tão triste deixá-los… Começou a doer profundamente a idéia de que não teria mais a companhia diária deles; que não ficaria fofocando altas horas… Ai Ai.
Daí na quinta marcamos um bar de despedida, e tipos que foi A COISA MAIS LEGAL do universo. Daqueles dias que a gente guarda na memória com carinho, por um bom tempo. Fomos: eu, tifu, andré, dookie, caio, luiza, joice, flávia, dani, chris dierkes, dog, babi. Daí que começamos a beber, e quando eu menos percebi era a atenção da mesa, contando minha vida sexual detalhadamente. Gente, sério. Tá perdendo a graça. Super achei que ou eles me odiariam ou me amariam após aquele dia.
O foda foi que só ficou homem me ouvindo. As mulheres ficaram meio… sei lá. Certa hora eu gritei pra elas: “PUTA HIPOCRISIA, TODO MUNDO FAZ!” HUahuHAUHAUHAUA CAUSEI. e meu, a gente falava e comentava, durou anos, foi mega divertido…
Acabamos ficando eu, tifu, andré e dookie no bar até quase 23h, bebendo muuuuito (menos o dookie, q não bebe, mas q tava bem social). Daí saimos andando pela Paulista. O Tifu chegou a nos chamar para ir com ele na casa dele, mas os meninos pipocaram. Melhor mesmo, não ia prestar. Daí andei com o Tifu até a Frei Caneca. Acabei contando um segredinho pra ele, mas deixa quieto. A gente tava trançando as pernas, provavelmente ele não lembraria no dia seguinte.

Fui pra casa, bêbada que nem uma porca, e fiquei horas viajando, pensando que eu tava feliz pra caralho, seria capaz de abraçar todo mundo, dizer que amava todo mundo.

Dia seguinte, último dia de Riot. Foi a porra da empresa INTEIRINHA almoçar no Bovinus. 4 mesas grandes lotadas. Foi TODO mundo, Tifu e eu ficamos super felizes. Aliás, todo mundo não: o Dookie não apareceu, aquele puto.

A tarde foi meio melancóolica. Era estranho sair de lá, olhar pra trás e pensar que segunda-feira não estaria mais lá.

A noite fumamos na cobertura e fomos pro bar, mas foi miadaço. Só a Chris apareceu por lá, e conversou bastante com a gente. O André e a namorada tb deram uma passada.

Sabadão a noite combinamos um happeningzinho lá em casa, na churrasqueira. Resumindo: só a Joice, o Tifu e a Chris Dierkes apareceram. André e Dookie, q tinham prometido aparecer, miguelaram. O Bruno e um amigo tb deram uma passada lá, mas foi zuado, deprê geral.

Daí foram embora. Eu fui pra cobertura, na piscina, e fiquei bebendo cerveja, maior melancoolia…

Bom, na segunda eu comecei no PT. Tipos q tava um jaz ainda por aqui. Computadores velhíssimos, revesamento, nenhuma orientação exata do que deveriamos fazer.

Me doía tudo pensar no povo lá na Riot, almoçando junto.

Ao passar da semana fui percebendo q a mulher q trabalhava comigo era uma tapada master. Daquelas que começa a falar e não demora 1 seg pra galera dispersar, pq é insuportável. Ela é burra, ignorante, daquelas teimosas que acham que estão certíssimas quando na verdade estão redondamente enganadas. Meu deus, haja paciência.

Na 2ª semana aqui começou a melhorar. Trouxeram pcs novos. Umas puta máquinas, na verdade. Telas de LCD de 17″”, windows original, tudo lindo e maravilhoso. Nem pensei duas vezes, já baixei msn, twitterfox, voltei a postar no Se Mata (na mesma época em que estreamos o semata.com.br!), voltei à minha rotina. Até pq como não tinha uma direção sobre o que eu deveria fazer, fiquei coçando a maior parte do tempo. Às vezes ia dar uma passeada, às vezes passava a tarde toda em conversas intermináveis no msn com as pessoas de sempre, fofocando sobre a Riot, sabendo de vários acontecimentos de lá, que culminou com a saída do Dookie. No total, em 2 meses, a Riot perdeu 7 pessoas: Bruna, Zaiden, Tifu, eu, Nix, Dookie, Chris. Foda.

Bom. No dia 2 de agosto finalmente eu fui a campo. Fui na campanha da Marta nas ruas, no mercado do Ipiranga – um bairro malufista. Achei que a Marta foi super bem recebida. Geral falando do quanto ela é bonita, e como se veste bem. Teve uma tiazinha que a abraçou e chorou!
Eu acompanhava ela e o Aldo – o vice – correndo, sem perder um comentário sequer. Era legal ver os acessores todos desesperados por causa do tempo curto.
De resto, tudo aquilo típico de campanha: fotos, crianças, apertos de mão, pedidos dos eleitores.

Enquanto isso eu pensava: a Marta compra os perfumes, as roupas e sapatos nas ruas mais chiques de Paris, nas grifes mais refinadas. E vai pra rua abraçar o povão com as roupas e perfumes de milhares de dólares. Acho legal essa contradição. E fica bastante claro que ela gosta da coisa. Não renega o povão, muito pelo contrário.

Impressionante também era a quantidade de gente na rua com bandeiras do PT, gritando seu nome. Alguns dias depois, a imprensa disse que pessoas estavam recebendo um salário mínimo por mês para “fazer número” nesses eventos de rua. Verdade ou não, não sei. Mas impressionava mesmo o caos na rua.

De lá voei pra dentro de um carro e fomos pra São Bernardo, onde o Lula faria um discurso na posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Puta clube lotaaaaaaaaaado. Lembrava de leve os eventos de fim de ano da Tevê Cultura que eu fui algumas vezes. Bebidas e comidas liberadas para o povão, brinquedos e doces para as crianças… Disseram haver 3 mil pessoas lá, e de fato tava cheio.
Daí teve o discurso do Lula.
Meu.
Emocionante. Entrei no meio do povão, fiquei mega espremida para ficar o mais próximo possível do Lula. Mais de meia hora de discurso, mas é impressionante a energia dele. é contagiante. É lindo ver um homem tão do povo ter sido eleito por esse mesmo povo para o cargo de presidente.

Só que… eu tava sem credencial. Daí que a imprensa da Marta saiu por outro lugar, que eu não podia passar por estar sem credencial. resultado: foram embora e me largaram por lá, em SÃO BERNARDO, onde judas perdeu os suspensórios. Jesus. Me desesperei.
Fui pra rua e, cara. Só passava ônibus de bóia-fria! Não passava taxi, não passava ônibus intermunicipal… Só passavam uns ônibus esquisitos com nomes tipo “Orquídea”. Nenhum ia para qualquer lugar próximo à civilização. Quando meu desespero chegou ao limite, encontrei um cara do PT, também abandonado em São Bernardo. Não passava táxi e nem nada. O que ele fez? Pediu carona para um carro do jornal “O Globo”! Aqui é roots, brother.
Um tempãããão depois (pq, brother, São Bernardo é LONGE PRA CARALHO), fomos deixados na Vergueiro. Viva a civilização, viva São Paulo, viva o metrô, viva a Paulista.
Ainda passei no Shopping Iguatemi, na Rihappy, pra comprar o presente da filha da Bia da minha sala, q faria 1 ano e festinha em buffet next week. Em casa, tomei banho – parecia que eu tinha rolado em lama, estava IMUNDA – e morri.

Domingão, 3 de agosto. Dia do cão. 11 e pouco da manhã minha mãe foi deitar, tava se sentindo mal. Um tempo depois, tava se contorcendo na cama, com dor no peito, suando, tal e tal. Com um pouco de esforço, meu pai a levou ao pronto socorro. Enfarto.
Horas depois, ele me ligou dizendo q a situação era muito grave, que era difícil ela escapar. eu contatei minha tia (irmã da minha mãe) e minha avó (mãe do meu pai). Assim começou o caos.

Minha avó (mãe do meu pai) foi pra casa ficar comigo. Mas ninguém percebia que eu tava super numa boa. Todo mundo crente q minha mãe ia morrer, e eu fria, tendo certeza absoluta q ela ia se safar. depois meu pai chegou em casa, mega pessimista, a um passo de falar sobre velório. Sérião, tava foda, dava raiva até. Eu sou pessimista, mas não sei pq caralhos eu tava tão otimista, sendo que até os médicos tavam preocupados. Em momento algum perdi a calma.

A noite fomos visitá-la. Tava consciente, mas zuadaça. Toda entubada na UTI. Enquanto eu tava lá – e não sabia o q falar, é lógico – ela teve uma crise de vômito, o que era péssimo no estado dela.

Bom, daí tive uma semana complicada. Fui pra PUC um dia ou outro. Meu pai não trabalhou nenhum dia, e a minha casa vivia cheia de gente. Na segunda minha mãe foi transferida prum hospital em Judiaí, pra fazer cateterismo e todos os procedimentos q eu desconheço.
Em casa, a coitada da minha cachorra tava mais zuada que todo mundo. era minha mãe que passava o dia com ela, cuidava… Era a mãe mesmo, saca. Daí q ela ficou abandonada.

Bom, na sexta eu não fui trabalhar, e fui pra Jundiaí, visitar mami. Ela tava beeem melhor, mas bem fraca.

Sabadão ela teve alta, enfim. Só que ela parou total com os remédios que o psiquiatra dela passava, pq, né. Tinha acabado de sair do hospital. Daí que ela teve uns surtos de ataque de nervo, tava cri cri, encasquetando com tudo, procurando briga.

A noite encontrei a Stella no metrô Vila Madalena e fomos pra festa da Giovana, filha da Bia, que tava fazendo 1 ano.
Joguei Super Mario, comi… Aí chegou um povinho, comecei a beber, joguei PS com o Frank e depois nos jogamos no videokê.
e tipos, foi MEGA legal. Cantamos todas aquelas músicas clássicas de karaokê, sem esquecer de “Mila” do Netinho, “Vou chorar” e coisas do gênero. Todo mundo cantando junto. Precisamos de pouco, muito pouco para nos divertir.

Após o parabéns – a coitada da Giovana só queria dormir, e todo mundo gritando no ouvido dela – voltamos pro videokê, para cantar mais músicas trashs, tipo aquela da Tetê Espíndola clássica, É o Amor…

Depois rolou uma mina baladinha. Tipos que eu dancei créu. Em todas as velocidades. Tipos que me filmaram e me aplaudiram.
Sabe aquela história do bêbado? Que as pessoas não riem COM o bêbado, mas DO bêbado? Comigo é assim. As pessoas não aplaudem a minha proeza, e sim o meu ridículo. Mas o importante é se divertir, é o que eu sempre digo.

E ainda rolou lembrancinha! TENDÊNCIA! Foi muito legal.

Em algum momento de agosto a Jú loira me mandou um depoimento com o link daqui, ana_myself, dizendo q não esperava isso de mim, q todo mundo tava lendo do negócio de Taubaté (tenho teorias sobre como descobriram esse blog, mas fica pra próxima), perguntou se eu gostaria q ela fizesse um blog falando minhas cagadas… Eu disse pra ela ir em frente, se fosse se sentir vingada.
Daê que ela tá puta comigo. Mas eu nem deletei o post. Caguei, sabe.

Bom…Semana passada fiquei sabendo de um churrasco da Riot. O Tifu causou no twitter. nem sei se iam me chamar, mas me chamaram. E eu não nego uma boca livre open bar, então bora.

Sabadão acordei 6 da manhã e fui pra Riot, encontrei 3 gatos pingados e ficamos ANOS esperando geral chegar. O Tifu causou mas acabou não indo, maldito.
Bom, resumindo rapidamente o churrasco: foi bizarro. Enchiiiiii o cu de bebida, conversei bastante com um monte de gente (principalmente com o André, puta gente boa!), joguei volei bêbada, não fofoquei e nem contei minha vida sexual… Em algum momento durante a noite me chamaram pra ir embora de carro e eu topei, largando o meu casaco preferido lá.

A estrada era a coisa mais cheia de curvas ever, na ida eu guardei como nota mental que teria q pegar leve no final, pra não enjoar na estrada. mas, adivinhe só! eu tava completamente bêbada e vomitei pra fora do carro, naquelas curvas meeeeeeega enjoantes. Tava mais mal por causa das curvas do q da bebida… passei muito, muito mal, causei… De Juquitiba até o Metrô Vila Madalena paramos umas 10 vezes pra eu vomitar, foi foda. FODA. Humilhante, e nem posso dizer q foi só por causa da bebida pq não foi.
Me deixaram no metrô da vila madalena, me arrastei até um ponto (o mesmo onde tive o pior PT da minha vida, há alguns anos) e peguei um bus pra paulista, aí peguei o brasilândia pra ir pra perdizes…
E, adivinhe só: DORMI profudamente no busão, acordei no PONTO final – BRASILÂNDIA!!! uauhauhahuuauha
Nem me desesperei. eu tava no FIM DO MUNDO, não tinha viv”alma na rua, ams era só esperar o mesmo ônibus partir de volta pra Paulista.
Um pouco depois subi de volta. Demorou 1h30 pra chegar na cardoso, isso pq era sábado 22h. fui pra casa e passei a noite numa das piores ressacas da minha vida. Sério. Vomitei água, bílis, rins, fígado, estômago. Devo ter emagrecido 10 Kg nessa noite. Além da tristeza por ter esquecido minha blusa preferida. =(

Aí domingo passei o dia lendo harry potter. finalmente comprei o box com os 7 livros. Hoje, quarta, estou lendo o 3º, Prisioneiro de Azkaban, pela… 4, 5ª vez? Sei lá, amo Harr Potter.

Demorei 3 séculos para atualizar essa porra. Foda.

Ontem tentei publicar essa porra, mas o blig não tava entrando. Foi até bom, pq daí eu já conto como foi ontem.

fui pra PUC, não teve a 1ª aula. O Arbex liberou pra uma assembléia. encontrei o Tifu e ficamos conversando. Depois teve uma aula chatíssima e fui pro bar do trampo da Stella com ela, Luana e um amigo da Luana, Rod, gente bueníssima.

Ao contrário da outra vez, não foi legal. Uma das chefes da Stella ficou 3 anos falando do tcc dela, puta bagulho complexo e denso, e depois insistiu para eu falar do meu tema. Pra q? PUTA QUE PARIU, não me estresso assim há anos. Ela ficou dizendo que o kassab era o melhor prefeito que São Paulo já teve, cheia de discursinho burguês, vai tomar no cu. Numa situação normal já ia ser uma bosta. Num bar, então! PUTA QUE PARIU. Ficou climão até. Discutir política é um erro, as pessoas se estressam umas com as outras e passam a se odiar.

Bom, é isso. NUNCA MAIS deixo alguém começar a opinar sobre meu tema de tcc. Juro que se uma situação como a de ontem se repetir, saio da mesa.
Bosta.

Tchau e bênção.
E desculpe qualquer coisa.
Ou não.

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