Katiaça

Tenho poucos arrependimentos na vida. A maioria é por deixar de ter feito alguma coisa. E muitas delas poderiam ter acontecido se não fosse culpa da marvada.

Eis uma das coisas que eu mais me arrependo até hoje:

Dezembro de 2007 – fui uma das primeiras a chegar no churrasco do meu “step-cousin” . Já fui abrindo uma cerveja. Eram 14h e não parei de beber. Enquanto bebia, ficava sentada numa cadeira tomando sol. E conversava com todo mundo que chegava perto, parentes, amigos, desconhecidos. Bastava que ocupasse a única cadeira disponível, que estava perto de mim. Era divertido. Aí foi aumentando a quantidade de gente, foi escurecendo, e eu bebendo, lógico…
Chegou meu ex com a mulher e a filha recém-nascida, que eu vi pela primeira vez… E com eles um gringo, que logo se tornou meu melhor amigo dos últimos tempos da última semana. Gringo gatinho, perdido no Brasil, com português fluente e tudo.
Super ia rolar, sabe. O cara mega gente boa, me dando a maior atenção do mundo…

Só que.

Eu não parei de beber no momento certo, gente.

Fim.

(Vou poupar vocês dos detalhes sórdidos. Basta dizer que tinha um bolo de chocolate e brigadeiros que eu nem cheguei perto).

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5 comentários sobre “Katiaça

  1. Ah naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao
    eu morro de curiosidade pra saber o resto da história, tipo, #morri ahuahuahauhuha

    conta conta conta?
    pufavô?

    álias, brigada por ter contado oq houve com o Se Mata. eu vivia morrendo de curiosidade [tá, se vc ainda não percebeu, eu sou mto curiosa] e com medo de perguntar – sei lá, vai que era algum motivo estilo-ofensa-pessoal e dava pobrema tb? valeu.

    ^^

    agora conta o resto da história \o/

  2. HAHAHAHAHAHA

    eu JURO que imaginei direitinho o que aconteceu. Mesmo porque eu já passei por situação semelhante, oi?

    ai ai, vc é das minhas, ó.

    toca aqui!

    beijo

  3. Hahahahaha. Adouro.
    Eu já sou meio impulsiva sem alcool, com alcool então, veish.
    Já aprendi a lição quanto a hora de parar (ou como alcool não combina com certas coisas, haha)

  4. Hey, eu li, e comentei o seu texto no corporativismo feminino. E eu vi que você respondeu, e eu vi nos comentários anteriores o que você acha. 😉
    O que eu quis no comentário é a minha opinião de publicitária, e para não deixar nenhuma dúvida para quem lesse, pq eu sei que quase ninguém lê todos os comentários.
    Mas eu achei SIM, sua opinião boa, e bem formada. Mas é que informação nunca é demais (Mentira, é sim. Informação demais cansa. heheh) resolvi comentar.
    Só para explicar, mesmo.

    E o final da história? hehehe
    ;*

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