Do alto dos meus 17 anos

Alguém andou lendo os arquivos antigos do meu blog – posts dos anos de 2003 e 2004. Aí fiquei curiosa e fui ver quais posts estavam sendo lidos.

Fazia tempo que eu não analisava o meu eu de 16, 17, 18 anos. A primeira conclusão que tiro é a de que a quantidade de palavrões ultrapassava em 1000% o que seria o ideal. Todos sabem que defendo palavrões para complementar determinadas emoções – só um PUTA QUE PARIU de boca cheia para aliviar um pouco a dor de bater o cotovelo na quina da mesa. Só um FILHO DE UMA PUTA DO CARALHO para exprimir meus sentimentos acerca de um cidadão que maltrata um cachorro.

Enfim.

Mas, naquela época, era ridículo. 90% de uma frase minha era composta de palavrões. Porque, né. Eu era uma revoltada, gente. O mundo continua injusto e cruel, mas naquela época eu, adolescente, sonhava com o anarquismo e com a justiça feita com as próprias mãos. Ou quase isso.

O fato é que fui lendo e ficando com vergonha. Até que achei um post GENIAL. Bastante redundante com o que sempre falo: “sou gorda” blábláblá, “minha auto-estima é nula“, blábláblá, “ninguém me ama” blábláblá. Não que o blábláblá mostre desmérito pelo meu sofrimento – não é fácil ser eu, se você quer saber – mas mostra que eu conheço bem onde o sapato aperta, e isso me machuca desde sempre.

Enfim. Daí que eu achei um texto que era igual. Mas diferente. Igual porque tem toda essa dose auto-estima nula que me acompanha pela vida, mas diferente porque… Sei lá porque.

Você, que vai ler. Favor ignorar minha linguagem xula, miguxa e adolescente. O post na íntegra (cortei inutilidades) – e os comentários, EXCELENTES – estão aqui.

DESABAFO:

Hj eu tô mal… O dia hj foi uma merda… Um dos piores dos últimos tempos…

Bom, nesses dias passados, não aconteceu porra nenhuma. Ah, a gente decretou SEMANA DO SACO CHEIO semana q vem. 9 dias pra vagabundear! Eu tô mó eskisita, kda vez + d saco cheio d td. Teve prova de kimik (me fudi) e prova de biologia (me fudi). Foda-c. Q c foda a escola. Q c foda o mundo. Cansei de estudar tanta merda inútil. PORRA DO CARALHO! Tô stressada d+! Ou, gente ó a situação: hj é dia 11, dia 31 é o último dia d inscrição da PUC e eu num tenho nem idéia do q prestar! Eu sou uma vagabunda msm! PORRAAA!
Hj é niver do Lê… Parabéns Lê… T adorooooo!

Hj foi assim: Acordei 8:30 da manhã. + é 1 caralho msm. Daí tava uma chuva e um frio do caralho, mó bom pra dormir. Só q eu tinha q ir comprar o ingresso do Metallica. Meu pai me levou. Chegamos lá e tava chovendo mto, mto frio e uma fila gigantescaaaaaaa, q ia até atrás do credicard! BUCETA ARROMBADA! Eu fiquei puta, e desisti. Nem fudendo ia fik numa fila 3 hras pegando chuva e sem porra nenhuma pra fazer. Daí fui com meu pai no shopps morumbi. EU ODEIOOOO SHOPPINGGGGG! E tava cheio pra caralho, e teve q parar na parte descoberta do estacionamento. Porra. Fui na saraiva mega store v c tinha o ingresso do metallica. Tinha. Sabe qnt? 105 conto! VAI TOMÁ NO MEIO DO CUUUU! Fiquei + puta ainda. Meia só no credicard. Meu pai disse “foda-c” e foi comprar uma carteira. Eu fiquei puta com ele, com a chuva, com o ingresso. E claro, com o shopping lotado d criança chata e d menininhas bonitinhas putinhas e d mulheres nojentas. Me deu crise d choro. Eu não chorava há um tempo considerável. + hj tirei a diferença. Fiquei lá, encostada num canto do shopping lotado, mto puta da vida, sozinha, chorando até os 5°. Daí passavam as “barbieszinhas” gostosinhas bonitinhas q usam roupa d marca e ficavam olhando… Vai tomá no cuuuuuuu! Q porra do caralho! Esse merda desse país capitalista consumista shoppinzeiro do caralhoooo! Esse monte de barbies fúteis d merda… E chorei, e chorei + e +. Meu pai ainda gritou comigo bastante. Meu, tô vendo não t mais ingresso qnd eu for comprar. Eu me mato… Sério, eu não sei o q faço. Bostaaaaa!
Depois eu acalmei e tal. A não ser pelo fato d eu andar pelo shopping quieta, sem roupas d marca, e as pattyzinhas ficarem me olhando. Q vontade d mandar tomar no cu. Gente fútil, escrotaaa! Eu odeio esse tipo d gente! O raça desgraçada.
Ainda fui com meu pai no COMPRE BEM, q tava cheio até o cu, e tinha uma muié chata cantando músicas mto escrotas, e akele mto d bebê gritando, e akele cheiro d cc, akelas filas d 1 km… Vai c fudê!
Vim pra casa e fui dormir, pq eu já tava com dor d cabeça. Daí me deu mais uma crise d choro… Mais agora não foi d raiva. Deixa eu tentar explicar: eu me odeio e me amo… como assim? eu explico: Eu amo o meu jeito de ser, d falar, d viver, d pensar… Td… Internamente, estou plenamente satisfeita. Mais externamente… Dizem q “o corpo é o espelho da alma”. + eu não me enquadro nesse “dito”. Eu me odeio fisicamente. Sério. E é fisicamente q as pessoas t olham. E isso me irrita. Eu me odeio fisicamente, mas sei lá, foda-c, isso não importa pq eu tô mto satisfeita com “my mind”. Eu detesto ficar mto perto d qq pessoa, detesto q me olhem diretamente no rosto, ou em qq outro lugar, pq eu não gosto disso. Eu não gosto q fiquem me medindo, me olhando. Só quero q me ouçam, q me dêem atenção. Não gosto d nd desse corpo q “deus me deu” (láááá” dãrrr)… E não é emagrecendo ou melhorando a pele q isso vai adiantar. Q c foda meu, pra mim isso é o q menos importa, aliás, não me importa nem 1 pouco. E daí vem meus “amiguinhos” e ficam falando “pô, eu gosto d mina gata e gostosa e sei lá o q”. E daí eu penso: “Como existe tanta gente fútil no mundo”? Será q só eu no mundo penso assim? Pq pra td mundo o q importa é: “nosso, q cara lindu!” ou “nossa q olhos azuis fantásticos” ou “nossa q mina linda”! Pq ninguém nunca fala: “nossa, q cara engraçado” ou “nossa, q mina inteligente!” ou então “puxa, q conversa agradável”! Vcs querem corpinhos ou cérebros? Puta q pariu! Eu não sou bonita, nunca serei e me orgulho d não ser, pq td mundo bonitinho d+ é fútil, e não tem jeito. Já os feios, conquistam as pessoas pelas suas idéias, pelas suas conversas, pelos seus gostos, pelas suas risadas! E a bonitinha? Vai pra balada, “cata” um monte e pronto… E conversas? E planos? Tsc, tsc, tsc… Tô revoltada com td isso, mas é mto mais fácil fazer uma revolução do q mudar a cabeça das pessoas, ainda mais qnd c trata da maioria esmagadora da população mundial. Eu gosto do q eu sou e não do q o meu corpo diz q eu sou. Eu sou o q eu penso, o q eu falo, o q eu ESCREVO. E não um rosto, um corpo. O sistema tranformou as pessoas e suas emoções em mercadorias e td mundo c deixa levar por isso! Pq agora escolher uma pessoa pra ficar junto, é q nem comprar uma roupa: vc pega a mais bonita e leva! Mais eu não, nunca vou me conformar com esse tipo d coisa. Pq eu tenho cabeça. E sei q eu não sou a única q pensa desse jeito, mas uma das únicas. Admiro do fundo da alma quem pense assim. Quem não pensa assim (aliás, não pensa), desprezo…

E é isso. Esse foi um dos bagulho mais PUNK ROCK q eu já escrevi. Tô com o olho doendo e a cabeça latejando, mais agora eu sei d td, eu enxergo td.
Então chega… Nd d recados, nem música hj. Só quero paz.
Já escrevi td o q eu penso, com td a sinceridade q eu me orgulho em ter. E é isso.
Obrigado por ler…
Um bjão gente.

Tem coisas que eu mudaria hoje, por exemplo: existem bonitinhas legais. E existem pessoas que te admiram pelo que você pensa, e não por quanto você pesa. AMIGOS, são como se chamam. Mas enfim. Boa parte eu manteria.

E aí, aproveitando a deixa… Minha chefe elogiou horrores um texto meu hoje. Disse:

“Ana, tá mto boa sua matéria sobre o colecionador. Parabéns! Está boa mesmo, dá pra ver q vc gostou de falar com ele”.
Claro que isso me deixa feliz. Até porque achei a matéria fraca, mas foi legal mesmo falar com o tiozinho, super simples e humilde que coleciona a revista corporativa do trampo dele há 23 anos. Pra quê? Para ajudar nos trabalhos escolares das filhas! Me diz se não é fofo?
Elogios sempre vão bem. Elogios físicos inexistem e, quando ocorrem, eu desacredito. Tudo bem que ultimamente tenho lembrado que, olha, puxa, nem todo mundo pensa exatamente como eu. Então vai ver que alguém me acha bonita de verdade (porque eu não me acho, como vocês estão cansados de saber). Mas de qualquer maneira, me sinto muito bem em receber elogios que mexem com o meu intelectual. São mais profundos, sabem. Comentários de beleza são vazios. Se falo isso só porque não me elogiam fisicamente? NÃO. Pense a respeito: vaidade é uma expressão de inteligência?
Então é isso, meu caros. That’s all.
Obrigada pela força!

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11 comentários sobre “Do alto dos meus 17 anos

  1. srsrsr é estranho as vezes reler o que escrevemos, eu mesmo tenho costume de escrever no calor do momento -ñão no blog, mas em um caderno a parte- e depois que leio fico repensando se diria tudo aquilo mesmo… rsrsr

    Mas foi bacana ver como vc se expressva, era algo menos comedido, mas mostra que suas ideias são firmes.

    bjus

    • anamyself disse:

      7º parágrafo, ou o equivalente:

      “Você, que vai ler. Favor ignorar minha linguagem xula, miguxa e adolescente”

      😛

      Muito miguxa. E rebelde. Mas passou. Com 23, 24 anos a gente toma vergonha na cara.

  2. No começo eu ri um pouquinho haha. mas é, depois meio que fui absorvendo a revolta (qqq) e lembrando que tbm achava isso. até um tempo desses eu não acreditava que alguém podia ser bonito e inteligente, hoje eu tenho mais q certeza que pode, sim. Enfim, gostei, Ana. E legal o elogio do chefe =)
    Beijo.

  3. Sarah disse:

    Oi!!
    Bom, eu sou umas das pessoas que estava acessando os arquivos antigos do seu blog.
    Eu descobri seu blog pro meio de outro blog, o corporativismo feminino, e adorei o jeito como você escreve e acabei me identificando com muitas situações e sentimentos que você descreveu. Então comecei a acessar os seus arquivos antigos e li o seu blog por completo.

    O seu modo de escrever e o jeito como você coloca a sua opnião me envolve no assunto na medida em que eu vou lendo seus textos.

    Nesse seu último texto eu fiquei me lembrando dos meus diários antigos, as coisas que eu escrevia e principalmente a liguagem que eu usava. Ri muito relendo meus diários.
    Engraçado como a gtn muda tanto, não só no modo de ser como também de se expressar.

    Adoro o seu blog!!!
    bjokas!!

  4. M.V disse:

    Ana, eu me identifico mto mto mto com vc. Até acho que por isso eu evite vir aqui com a frequencia que eu queria/deveria.
    Estava lendo aquele teu post do “ser ou estar gordo” e uma coisa aconteceu comigo mto parecida na balada. Eu tava realmente gorda, e um cara começou do nada me empurrar, tipo tinha espaço pra ele dançar sem me empurrar. E tava me machucando, sério. Detalhe: eu tinha me arrumado toda naquela noite, tava por milagre me sentindo bonita. Daí eu cutuquei o cara e pedi gentilmente para ele não me empurrar, que estava machucando e que tinha espaço na frente dele. Ele me olhou com desprezo e disse que não tinha culpa de me empurrar. Daí eu fiquei meio pasma, uma amiga dele puxou ele pelo braço, mostrando que tinha lugar e ele me solta a pérola que até hj ecoa nos meus ouvidos: “Eu não vou mais pra frente, olha o TAMANHO da criança”. E falou alto, para eu ouvir. Depois daquilo balada perdeu totalmente a graça pra mim. Mesmo 20 kg mais magra…

  5. Olaaaaaaaaa tudo bem?
    Antigo http://saiadeborracha.blogspot.com
    Acho que falei demais, ou vacilei demais, e um tal de DU entrou no meu blog e dxou uns recados falando que eu nao devia ficar expondo meu namorado assim, e que pelas coisas que eu escrevo da pra ele identificar que sou eu que escrevo,caso ele lesse…to desconfiada que é o cunhado do meu namorado, que fez a manutencao no micro da minha sogra…resultado,tive que excluir o blog (que eu tanto amava) e transferir tudo prum novo url…
    Me segue nesse agora http://euadorodesabafar.blogspot.com…agora vou usar uma identidade secreta mais foda…
    To malzona…

    Bjaum e te espero la!

  6. Bel disse:

    Ai ai ai, acho que nunca li tanto palavrão junto!!! mas eu ri, imaginando a situação, e enxergando com meus olhos de “tia” de mais de 40 o quanto as coisas tão simples como uma chuva, o estacionamento descoberto ou o shopping cheio podem machucar uma adolescente com a autoestima (sem hífen?) beirando o chão.
    Eu nunca escrevi nada tão revoltado, mas sim, já me senti do mesmo jeito, por ser pobre e não só não usar roupa de marca, como nem saber que marcas eram as usáveis pelas coleguinhas do colégio de rico, onde eu estudava pq meu pai tinha na cabeça a certeza de que “o ensino é a melhor herança”. E eu era magrela. Pensou magrela? Era mais. Eu casei aos 21, pesando 40Kg, deu pra sentir o drama? Não tinha peito nem bunda, (nem barriga, tudo bem) nem estilo e nem classe. Eu era uma merda completa. (Acho que isso vai virar um post, depois vc vai lá no meu blog pra ler o resto.
    😉

    Bjooo

  7. Vim aqui ler q eu já tou com ciúme dessa putaria sua e da Bel no twitter! Hahahaha…tou zoando! Na verdade, lembro q comecei a ler esse post no dia que vc colocou no ar…só q tava dispersa, e post seu não dá pra ler dispersa, tem que estar focada: suas histórias são mto boas pra perder algum detalhe por distração.

    Vim ler hj pra tb ir ler o da Bel…e parei aqui só pra comentar que, meu, eu não lembro mais de qdo eu tinha 17 anos. Juro. Eu devo ter algum diário, agenda…pra lembrar. Mas que eu falava menos palavrão que vc, com certeza…

    😉

  8. Acho que está um pouquinho tarde para o meu comentário (em relação aos outros aqui, de 2010). Bem, eu faço aniversário amanhã, dezessete anos e confesso que só estou aqui pois procurei “Meus 17 anos” haha. É engraçado, todo ano eu procuro algo que de certa forma se enquadre em mais um ano de “envelhecimento” (dizendo assim parece meio depressivo).
    E eu estive lendo esse seu artigo, me chamou bastante atenção, lembrei de mim mesma a uns três ou quatro anos passados.
    “Fazia tempo que eu não analisava o meu eu de 16, 17, 18 anos.” – Sorri –
    É incrível como o tempo passa e a gente se encontra dentro de tanta mudança. Eu no meu ultimo dia com 16 anos, não me vejo tão inocente, tão revoltada, tão louca. Passou entre os 12 aos 14 anos e seis meses essa fase de adolescente revoltante, agressiva e protestante. Não me chamo por adulta e meu sobrenome não é maturidade. Mas entre muitas pessoas, muitos jovens que eu conheço, que eu converso, que eu convivo, me sinto dentro de um corpo que na verdade não pertence ao meu espirito. Como você disse, “Dizem q “o corpo é o espelho da alma” + eu não me enquadro nesse “dito”.” – Faço das tuas palavras as minhas! E eu não digo por beleza corporal, facial ou qualquer coisa relacionada a isso. Me amo tanto mentalmente quanto fisicamente. O negócio, comigo, é mesmo o tempo.
    Olho para essa fase de adolescência, que aliás, pra mim foi como um efeito colateral “Side Effect Of The Time”, foi quase um câncer (não generalizando ou passando a comparação de um ‘mal maior’ para a “melhor parte da juventude” e coisa do tipo) digo espontaneamente, foi mesmo um período longo e emocionante, por assim dizer.
    Até me lembra de “Quem é mais sentimental que eu?” Los Hermanos, se encaixa direitinho com o meu eu de antes. haha
    Bem, hoje eu olho para trás e muitas vezes me arrependo pela quantidade de palavrão que um dia eu falei, meu Deus! Tinha (ou ainda devo ter) uma aparência de menininha delicada, mas quando abria a boca ou quando ficava nervosa, gente… ! Perdi créditos com alguns professores por culpa do palavreado. Mas claro que não é um problema, se pudesse voltar no tempo, falaria muito mais. Além dessas e outras, vergonhas por cima de vergonhas, será que tem idade mais constrangedora que essas? Espero que não, só me falta mais dois anos e não pretendo me arrepender destes. Ai entra a tão esperada e velha fase adulta, que na verdade é chata, trabalhadora, sofredora e corriqueira. haha. Brinco! Talvez tenha algo bom entre todo esse mal que, ao meu ver, só o brasileiro sofre.
    E em relação a essas pessoas que vivem como se o mundo tivesse que olhar para elas e o quanto bonitas elas são ou gostar de alguém só por aparência, já sofri com esse tipo de gente, mas em diversas vezes pensei “Será que assim como eu olho pra essa pessoa e acho que ela é “assim” será que alguém olha pra mim e pensa que eu sou como eu acho que a outra é?” (Confuso não?) Mas é de parar e pensar, refletir. Talvez o feio de hoje seja o bonitinho de amanhã. Ou aquele narciso filho da mãe que você tanto odiava, passasse a ser seu amigo ou mesmo seu namorado, você sendo feia ou bonita. O meu lindo é o seu ridículo e vice e versa. As vezes esquecemos de parar e olhar, só olhar. As coisas são mais simples e mais claras quando discernirmos até os pequenos detalhes.
    Claro que nunca foge da realidade, sempre tem aquele cara G-A-T-O, mas o que tem de gato tem de burro. E aquele tímido, escondido, que é super inteligente, papo firme e beija bem de mais.
    A verdade é que eu sempre preferi os feiosinhos, mas só os meus tipos de feios.

    Bem, adorei seu post, espero que você lei o meu comentário (mesmo sendo enorme) Mil desculpas, é que eu gosto muito de escrever e quando me encontro em meio a coisas boas não me seguro.
    Logo mais estarei de olho por aqui, pra te escrever mais.
    Grande Beijo!

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