EUA 2012 – parte 2 – Orlando (Disney/Universal)

Continuando minha viagem pelos EUA (leia aqui a 1ª parte)

25 de março – 

Nosso trajeto entre Miami e Orlando foi feito de ônibus. Foi SUPER barato. Ele nos pegaria na esquina do albergue e nos deixaria perto   do aeroporto de Orlando – onde alugaríamos um carro. Perfeito. Compramos via GoToBus e pagamos meros U$ 23 cada! Por um trajeto de 4h!

E guess what? O motorista era brasileiro. Soubemos na hora. Ao colocarmos a mala no bus, ele gritou um belo PUTAQUEPARIU (ele estava meio atrasado).

Chegamos em Orlando 11h. A Pri se desesperou pq a bolsinha em que ela guardava a carteira de motorista, bijuterias e uns trocos tinha sumido. Paramos num MC e ela revirou a mala dela. Acabou achando a bolsinha. E eu perdi uma nota de 20 dólares que estava no meu bolso e caiu. Coisas da vida.

Até o aeroporto foi tranquilo. O problema é que havia 30 locadoras de carro, e todas eram MUITO mais caras que a internet dissera. Deixamos mais de U$ 500 por 7 dias de carro, com todos os seguros inclusos.

Isso porque, descobrimos naquele momento, estávamos no meio da Spring Break. Nem sabia que essa merda existia. É uma semana de férias escolares entre o fim de março e o começo de abril, em TODO O HEMISFÉRIO NORTE. Ou seja: tudo caro e lotado.

Sei que demoramos pra fechar o carro,  nos perdemos pra chegar ao hotel, o GPS tava doidão…

Gente, e o nosso carro, aquele lindo? Todo automático, só faltava falar. E era o modelo mais simples e popular! Sente só:

O hotel: optamos por ficar num HOTELmesmo em Orlando. Ficaríamos destruídas com os parques, precisaríamos dormir bem. Sorte que a oferta de hospedaria por lá é imensa, daí tudo é barato. Ficamos em um cerca de 5 Km da Disney, com piscina e café da manhã (não deu tempo nem de olhar a piscina). Destiny Palms Hotel. Um bom hotel. R$ 650 (sim, REAIS) 7 dias para duas pessoas! Baratíssimo! Compramos via Submarino, e deu tudo certo.

Bom, teríamos ao todo 7 dias em Orlando, e nos viramos para conseguir ver tudo. Os parques da vizinha Tampa (com montanhas-russas maiores e mais emocionantes e parques como um da NASA e um da LEGO) ficaram de fora da lista, por falta de tempo.

Decidimos comprar um pacote de 5 dias de Disney + parque aquático (1 dia para Hollywood, 1 Magic, 1 Epcot, 1 parque aquático e 1/2 Animal) = U$ 340; um dia (meio, na real) de Sea World = U$ 72; e dois dias de Universal = U$ 146. Compramos tudo pela internet, nos sites oficiais dos parques, com cartão de crédito internacional. O dólar ainda estava na casa do R$ 1,76. O IOF pesou um pouco, mas ainda assim é melhor do que deixar para comprar na bilheteria, na hora.

Sei que só às 18h no livramos de tudo e saímos rumo ao primeiro dia noite na Disney.

Optamos pelo Hollywood Disney Studios, por ser menor. Só teríamos 4h pra curtir o parque e nada de espaço na agenda para voltar.

O clássico chapéu de “Fantasia” domina o parque 🙂

Nos focamos na lista de atrações escrita por um amigo da minha tia, que já foi guia turístico.

Não lembro em qual brinquedo fomos primeiro – talvez o ride de Toy Story?

Sei que a Disney É tudo aquilo. É tudo lindo, bem feito, caprichado, perfeito. É tudo meio que… um sonho. Sei que é brega, mas é verdade.

Os brinquedos mais legais do Hollywood Studios foram o Rock’n Roller Coaster, que é super rápida e inteira no escuro e a The Tower of Terror, o famoso elevador que despenca – brinquedo que tava tão vazio que pudemos ir duas vezes seguidas!

Gente, e as lojas? Saídas diretamente dos seus sonhos consumistas mais ousados. Tem tudo. Tem loja de Starwars, de Toy Story, de TUDO MESMO. E os preços não são tão salgados. Bichinhos de pelúcia de ótima qualidade por U$ 15! Vontade de comprar mil e revender aqui… hehehe

E as roupas? Assessórios? Tudo incrível!

Olha essa bolsa que vimos, não é fantástica? Custava U$ 40.

E essas orelhas estilizadas?

A Pri perdeu as estribeiras nas compras. Já eu só ficava encantada, sem comprar nada. Minha pegada é com roupa, sapato, perfume. Coisas que ficam na estante tomando espaço e fazendo poeira não são a minha pegada. Mas entendo o fascínio.

A noite teve um show de água e luzes. Liiiiiiiiiiiiindo. Todos os principais personagens da Disney num espetáculo cheio de… glamour. Me falta outra palavra.

E assim descobrimos que na Disney faz MUITO calor durante o dia e bastante frio durante a noite.

That awkward moment em que sua câmera (na verdade, celular – só levei meu iPhone nessa viagem) não capta bem esse tipo de imagem. É o Mickey (vestido a la Fantasia) ali em cima da pedra, controlando as águas com magia. Lindo!

Na volta, tudo que era restaurante no caminho estava fechado, exceto Mc Donald’s (que estávamos tentando evitar) e um tal de Denny’s, que a Thais, amiga da Pri de Miami, tinha falado bem.

Mandei um saladão lindo e belo. Que saudade de quando eu tinha pique pra manter dieta…

Voltamos pro hotel e morremos.

26 de março – 

O café da manhã do hotel era bem meia boca. Nada de frutas. Tinha cereais, sucos industrializados, baggels e muffins. Mas dava pra quebrar um galho.

Decidimos ir ao Magic Kingdom, o parque-símbolo da Disney. Aquele do Castelo da Cinderela.

Ó ele lá no fundo, que belo:

Se vê na foto, e na realidade era pior: o parque estava CHEIÃO. Definitivamente, SPRING BREAK IN ORDER.

Mas a Disney tem um sistema incrível para que evitemos [um pouco] as filas: o grande, amado e idolatrado FAST PASS. É o próprio ingresso de entrada à Disney (um cartão que você mantém pelos dias que comprou e que lhe dá acesso a todos os parques). Você insere o cartão na máquina referente à atração que deseja visitar, e a máquina cospe de volta um papelzinho indicando um horário para voltar. De posse do papelzinho, você pode passar na frente da fila toda! Uma MARAVILHA!

O Magic Kingdom tem um lance muito bacana: toda hora o parque pára porque vai começar um desfile. E daí tudo pára MESMO.

É tudo lindo. As crianças piram. Olha o Aladdin aí!

O Magic Kingdom se destaca principalmente pelas coisas pra ver. Os desfiles, o castelo, a mansão assombrada, a ride dos Piratas do Caribe, o teatrinho  da evolução da Disney e da família americana. Uma atração, em particular, me emocionou: Mickey’s PhilharMagic, que é um filminho 4D com grandes cenas da Disney. Rei Leão, Branca de Neve, Bela Adormecida, Fantasia: estão todos lá. Até arrepiei.

Se bem que o Space Mountain, uma montanha russa no escuro, só com pontinhos distantes que simbolizam estrelas, é demais.

Passamos um perrengue para comer. Ou era caro, ou era obeso. As frutas eram caríssimas e tão NHÉ, se liga:

Muita gente comia umas tais de TURKEY LEGS. Pareciam ogros. Flagrei uma moça mandando dois desses, ó que coisa mais HAGAR O BÁRBARO:

Antes do parque fechar, tudo pára de novo para o grande desfile final, o Electrical Parade. Antes, porém, há um show de projeções no Castelo da Cinderela. Magnífico. O castelo vai mudando de cor, vai ganhando texturas… É um show de cliques fotográficos ao seu redor, e é difícil estabelecer qual das projeções é a mais bela. No centro do castelo eram mostradas fotos tiradas pelos funcionários da Disney durante o dia. Casais em lua de mel, crianças, amigos…

O desfile “elétrico”, propriamente dito, também vale a pena.

Dizem que debaixo da Disney há uma outra Disney, e ainda maior, para fazer a Disney de cima funcionar. Que é uma loucura o tamanho e a quantidade de gente trabalhando pros DREAMS COME TRUE – lema do lugar.

O show acabou depois da meia-noite, foi tenso. Novamente, só MC e Denny’s estavam abertos. Repetimos a noite anterior no Denny’s. Chegamos no hotel e caímos mortas. Poucas coisas no mundo cansam tanto como passar o dia na Disney.

27 de março – 

Podres que estávamos, perdemos a hora. Sem condições. Nem a cabeça nem o corpo funcionavam. Daí decidimos fazer um programa mais light nesse dia e ir ao parque aquático. A Disney tem dois parques aquáticos. Optamos pelo Blizzard Beach.

O parque imita uma Flórida nevada. Diz a lenda que uma nevasca atingiu a Flórida sabe deus quando, daí as pessoas ficaram se divertindo brincando com tobogãs. Bom, vocês entenderam o espírito da coisa.

A real é que o parque é pequeno, não há tantas atrações e, as que tem, não são lá essas coisas. Conhecedora e admiradora do Beach Park (em Fortaleza), digo que ISSO o Brasil faz melhor. O Beach Park é mais bonito, às margens do oceano, mais seguro, mais prático – é um saco ter de ir ao armário pegar dinheiro pra comer (no Beach Park a gente carrega um cartãozinho pré-pago e é só passá-lo nas lojas); e até os brinquedos são melhores. A queda do INSANO, do Beach Park, é a maior do mundo – e a do Blizzard Beach me ralou toda, aliás.

Eu adoro parques aquáticos e achei a experiência bem agradável. Mas digo e repito: sou MIL vezes Beach Park.

Parque aquático fecha cedo. Ainda passamos num mercado, onde compramos um jantar (nosso quarto tinha microondas! – mandei um Mac & cheese, puta troço que sinto falta), frutas – bananas vendidas por unidade, coisa de 2 dólares a banana!!! – e passamos numa lojinha de tranqueiras com motivos da Disney.

Voltamos ao hotel cedo e ficamos de papo pro ar, tentando descansar para mais uma maratona no dia seguinte.

28 de março – 

Taí um parque que cansa as pernas mais do que qualquer outro: o Epcot. É lá que fica o pavilhão dos países (é clichezão, mas é bonitinho).

Não sabiamos e só descobrimos na hora, mas o pavilhão dos países só abria ao meio dia. Por tanto fizemos um esquema para ver metade da Epcot primeiro, depois ir pros países e descolar uns FastPass enquanto isso, e depois terminar os brinquedos do Epcot. Um dos primeiros que fomos foi o Mission Space: experiência única (de ruim) na vida. Nunca tinha ficado mal num brinquedo, mas esse foi tenso. Ele simula um lançamento espacial.
Numa câmara escura e muito apertada, você senta numa cadeira e fica completamente preso pelo tórax. Uma tela muito próxima do seu rosto piora a situação de desconforto. Daí sei lá o que o bagulho faz, que seu corpo vira 90º e sua cabeça quase explode pela pressão.

Nenhum outro brinquedo deixava TÃO claro que pessoas com problemas de claustrofobia, cardiacos, pressão e talz NÃO devem entrar. Dava até medo.

E foi justificado.

Credo, nunca mais chego perto.

Sabem quando tudo fica preto e você está prestes a desmaiar? Acho que mais 1 segundo no brinquedo e eu realmente desmaiaria.

Por outro lado, o Soarin’, que simula um passeio de asa-delta, é libertador. Tem também o test-track, que é como um simulador de como os carros reagem em altas temperaturas, curvas muito fechadas ou muito abertas, planos inclinados, batidas e acelerações extremas. MARAVILHOSO. Nunca achei que ia gostar, e me surpreendi. A fila de espera chegava a 2 horas – sinal de que o bagulho é bom.

O Epcot estava com um especial primavera. Tudo florido, tinha até um borboletário. Olha que lindo:

Na parte dos países, vimos tudo meio correndo. É tudo muito grande, e a lojas… MEU DEUS, AS LOJAS. De tequila, no México; de cristais, na Alemanha; de tranqueiras japonesas, no Japão… E as comidas? Margueritas e nachos, sushis, chop-suey, macarronadas, chocolates…

Almoçamos no Japão:

(meio fracote, por sinal. O shoyu é mega aguado e o peixe não é das coisas mais frescas)

Acabei aprendendo a que país pertence cada desenho da Disney. “Carros” é EUA; “A Bela e a Fera” é França; “Branca de Neve” é Alemanha (nem imaginava!); “Dama e o Vagabundo” é Itália. Ó que lindo:

Outra atração interessante é o famoso globo, na entrada. Nem sabia que era uma atração.

Você viaja num carrinho pelas grandes descobertas do século XIX. E no final fazem uma brincadeirinha com as pessoas:

Para encerrar, teve o espetáculo Reflections of Earth no lago, um show de laser e fogos incrível!

29 de março – 

Dia de SEA WORLD & ANIMAL KINGDOM. Optamos começar pelo Sea, que era longe do hotel. Chegamos na hora da abertura do parque, e estava tudo super vazio. Começamos primeiro pela fantástica montanha russa Manta – uma das melhores que fui nesses 7 dias em Orlando. Loopings sensacionais, com direito aos pés raspando na água. Maior legal!

A montanha russa Kraken e o splash Journey to Atlatis – que despenca do nada numa queda com boa inclinação, e molha pra valer – também valem a pena. Daí têm os incríveis shows – só assistimos ao das Orcas e dos Golfinhos, que fazem malabarismos que encantam, e têm uma relação fantástica com seus treinadores – , um enorme galpão que simula o pólo norte, com paredes de gelo, ursos polares e talz, e tanques com arraias e tubarões.

Sei que valeu a experiência da Pri para nos fazer passar apenas metade do dia no Sea World. É um parque incrível, que vale a pena, mas deu pra ver quase tudo em algumas horas.

Lá pelas 13h rumamos para a Disney, dessa vez para o Animal Kingdom.

LOTADO.

Almoçamos e começamos a correr contra o relógio. Conseguimos ir nas principais atrações graças ao FAST PASS, aquela bênção. Isso porque o parque estava super cheio e as filas passavam de 1h. Todas. Na entrada de cada atração tem um relógio marcando o tempo estimado de demora nas filas.

Os mais legais foram a montanha russa Everest, que tem até Yeti e bagagens de escaladores hehehe, o Safari foi bacaninha, embora bem quadradão e óbvio, e o mais legais MESMO foi o Kali River, um splash PORRETA. Sai molhada até os ossos –

Foi ainda mais legal porque no barquinho tinha uma menininha de uns 6 anos curtindo MUITO a molhadeira. Riamos com ela.

Ficou faltando um monte de atração – o parque fecha cedo, e não deu tempo. Não vimos nada do caráter “zoologico” do lugar. Há várias exposições de animais incríveis, dizem. A árvore da vida, uma belíssima árvore esculpida – também doeu não visitar:

30 de março – 

E chegou o grande dia de conhecermos o parque o Harry Potter, na Universal.

Já na entrada percebe-se que a Disney está a mili-anos a frente em termos de organização. Não que a Universal seja ruim, mas não é a Disney. Inclusive as lojas,que são muito bacanas, mas caras, e porque rola uma ausência acentuada de banheiros e bebedouros (o que não acontecia na Disney).

Enfim: chegamos e fomos correndo ao parque do Harry Potter, que já estava entupido. Milhares de crianças com roupas de bruxo. Nerdaiada da porra! ahahahaha

Sei que o lugar é uma graça. Uma ótima simulação de como Hogsmeade seria (baseado nos filmes, não nos livros).

Fomos logo à montanha-russa, que estava absolutamente sem filas. Coisa linda.

Depois entramos numa fila ABSURDA para tomar a famosa cerveja amantega – HORRÍVEL. Pri e eu dividimos um copo, e ainda assim 3/4 foi pro lixo. É absurdamente doce, NÃO desce. O primeiro gole até vai, o segundo é detestável, o terceiro dá ânsia.

Também comprei suco de abóbora:

Também doce e enjoativo, mas dá pra encarar num momento de sede.

Daí fomos pras lojas: a Zonko’s, com várias quinquilharias de zoação relacionadas aos gêmeos Weasley; a Honeydukes (comprei feijõeszinhos de todos os sabores – U$ 10 a caixa!; um sapo de chocolate também U$ 10! e só); enfrentamos uma fila de mais de 1h para ver a apresentação das varinhas – era aniversário da menina que foi escolhida para o show – 11 anos! isn’t it cute?; na loja de varinhas a Pri perdeu as estribeiras. Comprou varinha, comprou objetos de colecionador, enfeites, bichos de pelúlia (uma Hedwig; um cachorro de 3 cabeças) e mais mil coisas. Ela deixou mais de U$ 200 *-*

Como já disse, curto ver essas coisas, mas só gosto de coisas úteis, que uso ou que como. Por isso gastei pouco. Uns U$ 40 no máximo.

Chegamos a entrar no Bar Três Vassouras para almoçar, mas estava cheio e o cardápio nem apetecia muito. A real é que comida britânica é sem graça. Só carnes ao molho, batatas e legumes.

Então fomos para a atração principal – o castelo de Hogwarts, onde rola uma espécie de montanha-russa-simulação.

Descobrimos que assim como a Disney tem o FAST PASS, a Universal também tem – mas é pago. Mas nem tudo está perdido: para economizar tempo em filas, uma ótima ideia é se desvencilhar dos amiguinhos e ir nas atrações sozinho. A fila do HP era superior a 1h. Entrando como “single ride” (sozinho), eles te encaixam no primeiro lugar que aparece. Não demorou nem 10 minutos!

O problema é que a merda do brinquedo quebrou no meio do “ride”. O som pifou e a montanha russa chegou a travar por uns instantes. Fuck.

O castelo inteiro é uma atração foda. Cada detalhe feito com esmero, para os fãs se deslumbrarem. A loja do castelo também era incrível. A Pri deixou mais uma grana, e até eu comprei lá minhas coisinhas.

Daí nos aventuramos a ir de novo no ride – dessa vez funcionou, mas a surpresa já tinha ido pro saco. Triste isso.

Ainda fomos na montanha russa levinha, que passa pela casa do Hagrid. Novamente: tudo lindo, feito com esmero. Tem até um bicuço amarrado no fundo da cabana 🙂

Almoçamos e continuamos vendo os parques do Island of Adventure: a parte da Marvel – o elevador que despenca é fraquinho; o filme 4D do homem aranha levou todos os meninos/homens à loucura; e a montanha russa do Hulk foi o brinquedo mais foda que fui em Orlando – suuuuuuuuuper rápida, enlouquecedora!

Depois a parte dos desenhos animados, que incluía um splash que nos molhou até os ossos.

Depois fomos até o Jurassic Park, que infelizmente é restrito aos pequenos. Mas é um ótimo lugar para tirar fotos!

É realista demais! Fantástico!

Já de noite nos demos conta que tinhamos acabado de ver o parque inteiro e ainda tinhamos umas 2h. Voltamos ao parque do Harry Potter para tirar mais fotos e andar de novo na montanha russa.

Ó o Ford Anglia selvagem, que demais:

Ainda vimos um showzinho de ilusionismo antes de o parque fechar e a rua principal do lugar virar uma baladona (?). Sinistro.

Jantamos no Denny’s de novo – faltou 1 dia pra eu virar mayor no Foursquare. hahahaha

31 de março – 

Último dia e último parque – UNIVERSAL STUDIOS. Ufa!

Mas antes de começarmos a Universal, demos mais uma passada no Island – no fim, ficaram faltando dois ou três brinquedos, incluindo um show do deus “Poseidon”, ou quase isso.

Também fomos no splash do Jurassic Park – parecia que seria estrondoso, e no fim só fiquei com uns chuviscos na cara.

Depois almoçamos num restaurante gracinha na rua principal do parque. Comi um paad thai, um macarrão tailandês que eu amo. Achei chique ^^

E o garçom que nos atendeu falava português!

Nisso, começou um temporal. Avassalador. De fechar brinquedos e nos impedir de sair do lugar. E não passava nunca.

Resolvemos arriscar. Mas não rolou: só corremos até uma loja próxima, onde compramos capas de chuva por absurdos U$ 10 dólares (mas tinham logos do Harry Potter heheh). Daí fomos pro Universal – e uns instantes depois parou de chover. SEM GRAÇA.

Estreamos o parque com o Shrek 4D – bonitinho.

Também passamos pelo Twister – uma atração bem velha, mas é divertido ver a destruição de um tornado.

O ride dos Simpsons era BIZARRO. Era uma projeção de montanha russa. como a Pri bem definiu: “a montanha russa do futuro”.

Sei que o parque dos Simpsons rendeu muita foto!

O brinquedo de Men In Black era incrível: uma competição para matar ETs com arminhas de laser.

Infelizmente não deu pra irmos na montanha russa da Universal, que parecia ter uma queda alucinante: estava fechado por conta da chuva, sem previsão para abrir.

Pri e eu, podres, resolvemos abdicar do resto, e do show final, e fomos embora, arrumar mala.

1º de abril – 

Acordamos não tão cedo, acabamos de arrumar nossas coisas e fomos pro aeroporto. Depois de devolvermos e pagarmos o aluguel do carro, começou a aventura do check-in do vôo para Nova York. Daí que a passagem não incluía despache de bagagem – custou U$ 40 e tinha um limite (acho que 30 Kg – minha mala tava com uns 27). A Pri, carregada de compras na Disney e no parque do Harry Potter, teve que abrir a mala e refazer inteira, de modo que o peso fosse diminuido. Algumas coisas ela passou pra minha mala, outras ela colocou na bagagem de mão.

Sei que com isso QUASE perdemos o vôo pra Nova York. Entramos no avião e a aeromoça disse “que bom que conseguiram”. Foi TENSO, brother.

A decolagem foi liiiiinda. O dia estava sem nuvens, o que permitiu uma visão perfeita do Cabo Canaveral – onde tem lançamento de foguetes! – Ó que incrível:

Assim que entramos no oceano dormi e só acordei quando estávamos pousando no JFK.

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