A (maldita) castidade

Seguinte: a vida sem sexo é complicada.

Não que eu transasse todos os dias da minha vida quando “estava” com alguém (nunca estive com alguém de fato, sem as aspas). Mas rolava uma certa regularidade. Intimidade. Dormir junto, papos na madrugada, chuva caindo lá fora…

Tudo isso ficou num passado distante. Uma época em que minha vida tinha mais sentido, mais alegria e era [quase] imprevisível.

O problema é que desde aquele 2006 único e cheio das paixões, minha vida é pular de galho em galho, pegadas de carnaval, pegadas em balada, bêbados, lixos desprezados pelas amigas e coisas sem dignidade do gênero. Até no sexo, claro. Porque se eu fosse esperar por intimidade, ia ficar uma vida inteira na castidade.

Acontece que sexo sem compromisso nem é tão legal. Não que eu seja promíscua e tenha dado para 100 caras. Nãããããooooo, looonge disso, gente. Mas o fato é que estou na seca há mais de um ano. E aí que um mero fone que desprende do ouvido e desliza pelo pescoço, ombro, costas; um colega que cochicha no meu ouvido; um abraço apertado; tudo isso me lembra que a sensibilidade está a flor da pele e que A CHAPA TÁ QUENTE. (hahahaha)

FODA, povo. Não sei mais o que fazer.

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